Proseguro - Seguros & Segurança

Automóveis, VidaOctober 18, 2008 11:50 pm

Serviço de assistência ao segurado conjugado com acidentes pessoais, exclusivo para automóveis particulares de passeio, que proporciona durante 12 meses as seguintes coberturas:

- 3 (três) socorros mecânicos no local;
- 3 (três) reboques;
- Atendimento 24 horas pelo 08007272079

O diferencial do produto é que ele não é para o veículo e sim para o cliente não importando em que veículo ele esteja e nem a idade do veículo.

 Para maiores informações procure um dos escritórios da MBM Previdência e Seguros em sua cidade. Veja aqui.

 

AutomóveisJanuary 9, 2007 7:52 pm

Fonte: Agência Brasil

O Conselho Nacional de Seguros Privados, ligado ao Ministério da Fazenda, divulgou ontem o aumento do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (DPVAT), que ficou 11,13% mais caro, para proprietários de carros particulares, de aluguel e de táxis. Com o aumento, o seguro obrigatório passa de R$ 76,08 para R$ 84,55. Para os proprietários de motocicletas, o reajuste é de 33,56%, com o seguro passando de R$ 137,65 para R$ 183,84.

O seguro DPVAT tem a finalidade de amparar as vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional, sejam pedestres, passageiros ou motoristas e tenham ou não responsabilidade direta pelo acidente.

Segundo o consultor jurídico da gestora operacional do DPVAT, a Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), Mário Waichenberg, o impacto maior para os donos de motocicletas é decorrente do número elevado de acidentes envolvendo esses veículos. A categoria também engloba motonetas, ciclomotores e similares.

?Houve nos últimos anos um acréscimo muito grande da atividade de mototaxistas, de motoboys, de motos usadas como veículo de transporte para entregas rápidas. Isso tem ocasionado uma sinistralidade muito expressiva nessa carteira?, disse Waichenberg em entrevista à Rádio Nacional AM. Ele também ressaltou que esse tipo de acidente com moto, ?de modo geral, traz conseqüências mais danosas para as vítimas?.

O CNSP também reajustou as indenizações pagas em decorrência dos acidentes de trânsito. A cobertura por morte passou de R$ 13.479,48 para R$ 13,5 mil. Para invalidez permanente, a indenização máxima também pode chegar a esse valor (antes era de R$ 13.479,48).

Automóveis 7:49 pm

Fonte: Folha de S.Paulo

Foi-se o tempo em que a gravação do número do chassi acontecia apenas nos vidros. Conhecida popularmente como vacina antifurto, ela passa a ser aplicada em até 16 componentes do veículo. O serviço –oferecido gratuitamente por algumas seguradoras– tem a vantagem de proporcionar um desconto de 5% a 30% no valor do seguro do carro. A diferença no abatimento varia conforme a seguradora, o veículo e o endereço do proprietário. Algumas regiões são mais vulneráveis a furtos, como a zona leste da capital e o ABC. Quem não tem o carro segurado por uma companhia que ofereça o serviço de graça pode contratar uma oficina especializada. O custo fica em torno de R$ 200, e a aplicação demora, em média, 40 minutos. Ao incentivar o serviço, as seguradoras pretendem inibir a venda de peças em desmanches, além de terem mais munição para encontrar um automóvel furtado ou roubado. A gerente de produtos da SulAmérica, Simone Santos, conta que o benefício, oferecido pela empresa há um ano, já foi aceito por 35 mil segurados. "Os proprietários se sentem mais seguros, e colaboramos para a redução da venda de peças roubadas, principalmente em desmanches clandestinos." A Porto Seguro foi a pioneira a propor essa proteção extra. Oferecida há cinco anos, a vacina antifurto está presente em 90% dos carros segurados. Um adesivo alerta que a lataria tem os números de identificação. "Isso afasta o roubo ou o furto que tem como fim o desmanche ou o fornecimento de peças para os chamados dublês", explica o gerente de seguros de automóveis da companhia, Marcelo Sebastião. Desconto atrativo O auxiliar técnico Waldir Sette, 51, resolveu fazer a aplicação pelo desconto de 15% que recebeu da seguradora quando renovou a apólice. "O adesivo que é colado no pára-brisa do carro inibe os ladrões que têm a intenção de roubar para vender as peças no mercado paralelo." O representante comercial Cláudio D’Angelo Júnior, 40, atual proprietário de uma Toyota Fielder, já aplicou a vacina em outros dois carros. "Não dói nada, e há a vantagem do desconto", comenta. O aplicador Tiago Freitas dos Santos explica que o modelo –e o número de portas– é que determina os locais da gravação. No mínimo, o número aparece em oito peças, e os carros mais seguros têm 16 "tatuagens".
AutomóveisJune 19, 2006 4:02 am
Data: 18.06.2006 - Fonte: Folha Online

“Pára-brisa de Chevrolet Vectra custa R$ 2.077, enquanto franquia para trocá-lo sai por R$ 60

Pequenos acidentes com o veículo, além de causar muitos aborrecimentos, podem criar um rombo no bolso do motorista. A maioria não sabe, mas muitos seguros cobrem essas despesas. E é bem mais barato pagar a franquia. Algumas seguradoras incorporam essas cláusulas à apólice, mas elas também podem ser adquiridas à parte. Segundo Marcelo Sebastião, da Porto Seguro, essa cobertura extra para vidros e retrovisores custa R$ 55 por ano. O segurado tem direito a três reposições de vidro e duas de retrovisor. “Para incluir as lanternas e os faróis, o prêmio médio sobe para R$ 84 por ano”, conta Sebastião. O gasto compensa. Para trocar o pára-brisa de um Fiat Palio 1.0, o proprietário pagará, numa concessionária, R$ 507,83 só pela peça. O farol de um Chevrolet Classic custa R$ 222,58, e a revenda ainda cobra R$ 52,50 pela mão-de-obra. Uma autorizada da Honda em São Paulo exige um pagamento de R$ 353,25 pelo retrovisor de um Fit já instalado e com a carcaça pintada na cor do carro. Numa oficina especializada, o serviço sai por R$ 195, e o valor cai ainda mais se o proprietário for segurado: R$ 20. A maior diferença, no entanto, aparece no pára-brisa de um Chevrolet Vectra. Em uma concessionária, o preço do vidro dianteiro é de R$ 1.710. Cobram-se mais R$ 367 pela mão-de-obra. O total é de R$ 2.077, enquanto oficinas pedem R$ 350, ou 83% a menos. Ainda é muito se comparado com o seguro. Dependendo do contrato, o valor varia entre R$ 40 e R$ 95 -é o suficiente para comprar mais de 40 pára-brisas.

Desconhecimento

Georgios Fotopoulos, da oficina Mecânica de Vidros, conta que 70% de seus clientes têm direito ao desconto, mas não sabem disso ou desconhecem quanto vão economizar. Foi exatamente o que aconteceu com a assistente social Carmem Quagliato, que teve de trocar o vidro de seu Honda Civic. Quando saía de um shopping, ladrões quebraram o vidro do lado direito para levarem sua bolsa. Depois de ter passado o fim de semana cancelando cartões de crédito, ela soube, ao levar o carro à oficina, que teria que pagar uma franquia de R$ 40. Em uma autorizada, o serviço sairia por R$ 224,30. “No meio de tanta desgraça, foi uma ótima notícia”, tenta celebrar. Os mesmos R$ 40 pagou o comerciante Luiz Brancati, 38. Para levar o toca-fitas de seu Mercedes-Benz Classe A, o assaltante quebrou o vidro fixo da porta do motorista. “Sabia que o meu seguro cobria parte do conserto, mas não tinha noção de quanto economizaria.” Depois de um acidente, o corretor Marcelo Scatolini, 24, pagou R$ 275 para trocar o pára-brisa de seu Chevrolet Omega. “”Se eu tivesse seguro, o conserto sairia por R$ 90″, lamenta. (ROSANGELA DE MOURA)”

AutomóveisDecember 7, 2005 12:15 pm

Fonte: O Globo

RIO - Os 41 milhões de brasileiros que têm carro, moto, ou caminhão vão pagar cerca de 43% mais caro pelo seguro obrigatório, DPVAT, a partir do ano que vem, pelo menos sete vezes a estimativa da inflação do ano, que não deve passar de 6%. O valor do seguro obrigatório para carros sobe para R$ 76. O DPVAT para motos vai custar R$137 e o de caminhões será R$ 81,70.

O DPVAT foi criado para indenizar as vítimas de acidentes nas ruas e estradas e é cobrado todo ano dos donos de veículo, junto com o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) que decidiu o aumento, justificou o reajuste pelo crescimento de ações na Justiça contra o valor das indenizações das vítimas de acidente. A Susep informou que as indenizações também serão aumentadas. Em caso de morte ou invalidez permanente, o beneficiado passa a receber R$ 13.479, 00. Antes, a indenização máxima era de R$ 10.300,00.

AutomóveisNovember 22, 2005 9:39 am

Fonte: Gazeta Mercantil

As regras básicas para que as seguradoras criem um seguro mais barato para carros com mais de oito anos de uso foram divulgadas na última sexta-feira pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), na circular 306. Hoje, de uma frota total de aproximadamente 30 milhões de veículos, apenas 9 milhões têm seguro. A expectativa é que se possa chegar a um universo de 18 milhões de carros segurados, com condições competitivas e preços acessíveis a todas as camadas da população. Segundo as regras, o seguro poderá ser feito através de apólice padrão simplificada, sendo que o custo da apólice está limitado a até R$ 20 e só poderá ser vendido na modalidade `valor determinado`. A Susep entende que os produtos disponíveis, com cobertura para perdas parciais, assistência 24 horas, acessórios, carros reservas, além de outras, tornam-se proibitivos para os proprietários com um certo tempo de uso. O que a autarquia buscou fazer foi estruturar um produto com características diferenciadas. `É importante ressaltar que o seguro popular de automóvel usado garantirá a seus proprietários os mesmos direitos previstos para o seguro tradicional de automóveis, pois segue basicamente as mesmas regras, diferenciando-se essencialmente por ser um produto simplificado que permitirá uma redução nos custos`, informou a Susep em comunicado.
AutomóveisOctober 29, 2005 4:01 am
O Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) tem como uma das principais atividades realizar estudos sobre os estragos causados por colisões e os custos de conserto dos modelos vendidos no mercado nacional. Para tanto são realizados testes de colisão (crash-teste) de baixa velocidade - 15 km/h, segundo a entidade a média dos acidentes ocorridos no trânsito urbano.

De acordo com comparativos realizados pelo Cesvi, os modelos mais novos têm seguros 40% mais baratos que veículos dos anos 90 - tudo graças à evolução nas carrocerias dos veículos. Com isso, os novos carros tiveram redução significativa nos custos de reparo, o que implica, por conseguinte, em redução nos preços dos seguros. Através de um ranking, o Car Group, o consumidor pode comparar modelos do mesmo segmento na hora da compra.

Para demonstrar essa redução, o Cesvi Brasil comparou modelos da mesma marca, de idades de produção diferentes. São projetos do início dos anos 1990 “contra” outros feitos a partir de 2000. O estudo apontou diferenças no número de peças substituídas, no custo das peças, de mão-de-obra e do valor total do reparo.

Um exemplo apresentado foi Fiat Brava SX 1.616V 4P 2003 (plataforma da década passada) versus um Fiat Stilo 1.8 16V 5P 2003 (plataforma recente). No teste de colisão para calcular o IRC - Índice de Reparabilidade Cesvi (leia texto abaixo) - dos veículos verificou-se que o Brava teria que substituir 25 peças enquanto o Stilo apenas 10 peças. O valor do custo de mão-de-obra mais o custo das peças foi 77% menor para o Stilo.

O mesmo comparativo foi realizado entre Ford Escort GLX 1.8i 16V 4P 2001 (plataforma da década de 1990) e Ford Focus 2.0 16V 5P 2003 (plataforma 2000). A diferença foi menor para o modelo mais moderno.

Como é calculado o IRC

O Cesvi utiliza a norma internacional RCAR para avaliar o comportamento de veículos em impactos de baixa velocidade. Segundo a norma, para o teste de colisão dianteiro, o veículo bate a uma velocidade de 15 km/h (velocidade média estimada nos grande centros urbanos na hora do rush) contra uma barreira indeformável de 32 toneladas, num ângulo de 40% da parte frontal esquerda - ou seja, a batida será concentrada na parte frontal esquerda do carro.

Na traseira, a colisão também é realizada 40% off-set e a 15 km/h, mas desta vez em uma barreira móvel de 1 tonelada. As fábricas recorrem a essa avaliação cerca de 4 a 6 meses antes do lançamento do produto no mercado. Já as seguradoras utilizam essa informação para cálculos de valores de seguro.

A partir de então, é estabelecido o Índice de Reparabilidade Cesvi (IRC), calculado através do tempo de reparo do veículo, peças substituídas e mão-de-obra, dividido pelos coeficientes de cada carro, como peso e tamanho, entre outros.

Medições externas e da estrutura do veículo são realizadas pré e pós-impacto (plataforma, direção, vão entre as portas, compartimento do motor e tampa traseira). Soma-se, ainda, as peças substituídas ou reparadas, custo e tempo total desse processo.

A partir dessas informações é elaborado o Car Group: um ranking que aponta para cada categoria de veículo os modelos que têm mais condições de proporcionar um reparo fácil e mais barato para as oficinas.

Depois, os resultados são apresentados para os fabricantes e são sugeridas alterações do projeto, quando necessárias. Também são apresentadas sugestões às seguradoras.

Os veículos atuais são construídos de forma que, numa eventual colisão, os danos sejam menores possíveis - exatamente por isso não se recomenda o uso de engates como forma de “prevenir” danos; o resultado pode ser muito pior do que o esperado. O Cesvi destaca entre os novos desenvolvimentos os absorvedores de impacto, elementos que minimizam o impacto para as partes estruturais do veículo, diminuindo os danos.

Estudos constantes

O Cesvi realiza diversas análises técnicas dentre os quais manutenção, custos e mão-de-obra para cada veículo e o grau de reparo nos veículos após acidentes. Atualmente, apenas fabricantes e seguradoras têm acesso ao Índice de Reparabilidade Cesvi, calculado através do tempo de reparo do veículo, peças substituídas e mão-de-obra, dividido pelos coeficientes de cada carro, como peso, tamanho, etc.

“Através dessas análises técnicas podemos avaliar os custos de reparação no caso de um acidente, avaliar as peças danificadas e o quanto a estrutura do veículo foi abalada. Com esses dados, os fabricantes podem solucionar problemas simples, mas que somente através de crash-tests podem ser identificados. O Cesvi também tem o papel de sugerir possíveis soluções que afetam o veículo em menor escala e a manutenção ficam mais simples e mais baratas”, explica Sérgio Ricardo, gerente técnico do Cesvi. As seguradoras utilizam esse índice para compor o valor do prêmio de cada modelo. “Quanto maior o IRC, maior o gasto de conserto e, conseqüentemente, mais caro o seguro”, explica Sérgio, que ainda enfatiza: “o IRC é apenas mais um dos fatores que as seguradoras utilizam para calcular o prêmio do seguro. Diversas outras variáveis são calculadas”.

AutomóveisOctober 12, 2005 9:29 pm

Fonte: AUTOSHOW

Você acha o preço do seguro do seu veículo caro? O site AutoShow foi conferir de perto como as seguradoras chegam ao valor do seguro. Uma das maneiras é através do índice de reparabilidade e danabilidade dos veículos, quanto maior o índice, mais caro é o seguro. Para calcular esse número mágico, as seguradoras contam com o auxílio do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o primeiro centro de pesquisa em reparação a América Latina. Pela primeira vez, o Cesvi abriu seus estudos para a imprensa e mostrou como este sério trabalho que favorece o consumidor é feito.
Apesar do índice de reparabilidade e danabilidade só ser divulgado para as montadoras e seguradoras, o consumidor é favorecido indiretamente. As montadoras utilizam os dados para aperfeiçoar seus equipamentos e tentar chegar na equação ideal de custo benefício para o consumidor no caso de estrago de peças. Já as seguradoras usam os dados como uma das ferramentas de cálculo do prêmio do seguro.
Os estudos de reparabilidade de danabilidade começam com as medições de cada modelo. Após devidamente estudado, o veículo vai para o crash test de reparabilidade. Segundo as normas da RCAR (Research Concil for Automobile Repair), o veículo deve colidir a 15 km/h (velocidade média das colisões que ocorrem em grandes cidades) a 45% off set na parte frontal esquerda em uma barreira indeformável de 32 toneladas. Já na traseira, o impacto é 40% off set em uma barreira móvel de 1 tonelada.
Após colidir, o veículo vai para a oficina modelo do Cesvi onde são vistoriados os seguintes itens: as peças que devem ser substituídas, o tempo e o custo envolvido nessas substituições, as peças que devem ser reparadas, o tempo e custo envolvido no reparo, o custo dos materiais e insumos de pintura utilizados. Com todos esses dados definidos, através de uma fórmula, chega-se no IR, índice de reparabilidade. Através desse índice, é possível traçar uma comparação entre concorrentes e veículos antecessores.
Apesar dos consumidores ainda não terem acesso a esse índice diretamente, eles são beneficiados indiretamente já que é no Cesvi que as montadoras tentam conseguir o melhor custo beneficio em manutenção e reparabilidade, item que sempre causa preocupação para o consumidor. Como esse índice também é uma das variáveis do preço do seguro, carro que tem maior índice de reparabilidade, conseqüentemente tem preço do seguro mais alto. O objetivo do Cesvi é divulgar esses números para o consumidor de uma forma simples. Como ocorre nos outros países, eles deverão desenvolver um ranking que demonstrará qual veiculo é mais ?caro de manutenção? e qual é mais barato. Uma informação que afeta a decisão de compra e portanto deve mexer na tabela de preços.
Ao analisar os estudos de reparabilidade feitos há sete anos pelo Cesvi é possível ver a evolução das carrocerias. Os modelos atuais, por exemplo, estão sendo construídos de forma que no caso de uma colisão, os danos sejam os menores possíveis. É possível conquistar isso através de equipamentos que foram desenvolvidos como os absorvedores de impacto (são feitos de isopor e ficam na parta interna do pára-choque, sua substituição é simples, barata e impede que outras peças sejam danificadas), crash boxes (peças que absorvem a energia do impacto para poupar as longarinas) , front end (é usado no lugar no painel dianteiro, não tem função estrutural e é fixado por parafusos, o que permite fácil troca).
Para se ter uma idéia do que isso significa na prática, basta comparar os testes de reparabilidade entre os modelos Brava e Stilo, ambos da mesma marca, da mesma categoria. No teste, o Brava teve que substituir 25 peças após o impacto enquanto o Stilo substituiu apenas 10. Além disso, para substituir as peças do Stilo, o consumidor gasta 80% menos do que o Brava e a mão de obra também é 63% mais barata. Claro que esses dados se referem apenas a reparabilidade e não se pode afirmar nada em termos de segurança já que é apenas uma demonstração da evolução de uma carroceria da década de 90 para uma carroceria do ano 2000.
O intuito do Cesvi é divulgar ainda este ano uma lista dos veículos com menor índice de reparabilidade. Com isto, haverá uma verdadeira mudança na postura do consumidor. Afinal de contas, todos querem comprar um veículo com baixo custo de manutenção. Ao ter esses dados na mão, o consumidor passa ser o árbitro da negociação forçando as montadoras a melhorarem as soluções de manutenção e baixando conseqüentemente o preço do seguro. Segundo os técnicos do Cesvi, atingir um índice de reparabilidade baixo pode significar em um abatimento de até 40% no preço do seguro.
Automóveis 4:15 am
Na maioria das vezes, o cliente na hora da renovação do seguro de automóveis, acaba por buscar sempre o que lhe dói menos no bolso. Essa diferença pode lhe custar caro, pois as vezes se deixa de pagar um percentual pequeno em relação ao custo do seguro e se perde muito em termos de cobertura, por exemplo, a possibilidade de não guardar o veículo em garagem o tempo integral e a inclusão de mias um motorista como condutor do veículo. Em caso de sinistro o cliente acaba sendo, na maioria das vezes, penalizado.