Proseguro - Seguros & Segurança

SegurançaOctober 23, 2006 2:40 pm

Fonte: Caderno Digital

“A Crown Telecom, pioneira no Brasil em sistemas de telemetria em tempo real para veículos de passeio, lança o 24 Horas durante o 24º Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo. Seu exclusivo sistema de monitoramento e rastreamento de veículos é uma grande arma na recuperação de carros furtados e roubados, contando com recursos que possibilitam ao proprietário acompanhar o monitoramento em tempo real pela internet em território nacional 24 horas por dia, sete dias por semana. Além disso, a ferramenta emite alertas de revisão, demonstra o trajeto percorrido pelo automóvel, registra ocorrências de colisão, possibilita assistência em acidentes e o destravamento remoto de portas.

O 24 Horas pode representar queda significativa no valor das apólices de seguro, chegando até 40%. Por exemplo, de acordo com dados da Sul América Seguradora, um consumidor com perfil: 35 anos, casado e sem filhos entre 18 e 25 anos que adquirisse, em São Paulo, um modelo Golf Flash 1.6 sem o sistema de rastreamento pagaria, em média, R$ 6.544,00 na apólice (dados de maio/2005). Em agosto deste ano, um comprador com perfil semelhante ao adquirir o mesmo modelo equipado com o 24 Horas pagaria apenas R$ 4.423,00.

A eficácia do 24 Horas ocorre em virtude da captação do posicionamento do veículo por meio da tecnologia de localização via satélite GPS (Global Positioning Systems). A solução conta com o módulo de comunicação sem fio G24 da Motorola. Os dados são transferidos para a base da Crown Telecom pela telefonia móvel GSM/GPRS.

A solução de telemetria da Crown Telecom oferece não somente suporte à segurança do veículo, mas também informações sobre performance, histórico de velocidade, trajeto, mecânica e até agendamento de revisões?, afirma José Antônio Pereira JR, Presidente & CEO da Crown Telecom. ?É a tecnologia utilizada na Fórmula 1 à disposição do motorista brasileiro?.

A tecnologia desenvolvida pela Crown Telecom, em parceria com a empresa canadense WebTech, é a única nacional desse gênero homologada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), FCC (Federal Communications Commission), CE (Comunidade Européia) e Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o que garante ao consumidor a instalação de um produto de segurança reconhecido pelos principais órgãos do setor.

Para a Motorola é muito importante participar de um projeto deste porte com a Crown Telecom e ter a certeza de oferecer um benefício direto ao consumidor. A empresa acredita que o mercado de monitoramento e rastreamento tem grande potencial de crescimento no país e que será adotado em larga escala com a popularização desta ferramenta?, disse Marcelo Catapani, diretor da área de Wireless Modules da Motorola.

Atualmente, o 24 Horas está disponível nos modelos zero KM Gol, Parati, Saveiro e Golf, da Volkswagen do Brasil, sem custo adicional para o comprador no primeiro ano, comercializados em localidades como Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, entre outras. O dispositivo também pode ser instalado em toda a linha de novos e seminovos ao custo de R$ 1.350,00 no primeiro ano e, R$ 490,00 a partir do segundo ano.”

SegurançaOctober 18, 2006 10:45 am

Fonte Wnews

Tecnologia que grava informações a laser na superfície de carros chega ao Brasil. A DataDot permite a gravação de dados criptografados em micropontos, discos minúsculos, que são espalhados na superfície do veículo com um spray. As mesmas informações são posteriormente inseridas num banco de dados online para futura identificação do veículos e das peças.

Segundo Luiz Menezes, representante da DataDot Brasil, empresa responsável pela tecnologia, a DataDot permite fazer a marcação de informações como o número do chassi do carro, ou registro de fábrica em até sete mil locais diferentes do carro. “Os dados são marcados em diversos pontos do veículo e depois inseridos no nosso banco de dados. Em paralelo a isso, a polícia recebe um kit com uma lâmpada ultravioleta e uma lupa especial para a posterior leitura destes pontos”.

O objetivo é evitar o desmanche ilegal de carros e a venda de peças roubadas, explica Menezes. “As informações espalhas nas peças do veículo e inseridas no banco de dados permitem a identificação e rastreabilidade do carro. Com elas a polícia consegue identificar qual peça pertence a cada veículo e quem é proprietário do carro.”

O sistema já reduziu em até 90% os índices de roubo e furto de veículos, em países como a Austrália. O produto foi apresentado, em São Paulo, para autoridades da polícia e representantes de montadoras e do mercado segurador. Menezes explica que os serviço será oferecido primeiramente às montadoras de carro e seguradoras e deve ser consolidado até 2007.

GeralOctober 4, 2006 2:49 pm

Data: 03.10.2006 - >Fonte: Revista Consultor Jurídico

“A indenização aos parentes das vítimas do acidente aéreo com o boeing da Gol pode chegar a R$ 1 milhão por vítima. Os cálculos são de Leonardo Orsini, procurador do Estado e advogado especializado em responsabilidade civil. Ele afirma já ter sido procurado por parentes de passageiros que estavam no vôo.

A estimativa é feita com base nos danos materiais ? quanto a vítima receberia de salário ao longo da vida e a existência de dependentes - e os danos morais, que segundo Orsini, são inestimáveis por envolver a perda de vidas. A informação é do jornal Correio Brasiliense.

O acidente aconteceu na tarde de sexta-feira (29/9) e envolveu o Boeing 737-800, com 155 pessoas a bordo, que fazia o vôo 1907 da Gol, entre Manaus e Rio, com escala em Brasília. Em nota oficial, o Comando da Aeronáutica informou que não há sobreviventes.

A Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos vai procurar os parentes dos passageiros e tripulantes da Gol nos próximos dias. A presidente da entidade, Sandra Assali, que perdeu o marido, o médico José Abdul Assali no acidente com o Fokker 100 da TAM há quase 10 anos, recomenda que ninguém assine acordos de indenização com a companhia.

Ela diz que as ações judiciais são mais demoradas, mas garantem indenizações maiores. “Os valores propostos pelas seguradoras seguem um padrão. No caso da TAM era de R$ 145 mil. Não leva em conta a expectativa de vida das vítimas ou promoções que receberiam ao longo da carreira”, explica.

As companhias aéreas têm um seguro obrigatório fixado em R$ 14 mil e podem oferecer outro de responsabilidade civil, de valor variável - sem contar os danos morais à família, calculados por um juiz. A questão divide advogados especialistas em casos de acidentes aéreos.

Regina Manssur, que representou três das 99 famílias de vítimas do acidente com o Fokker 100 da TAM, em 31 de outubro de 1996, afirmou que os parentes devem mover ação contra a Gol, mesmo que as investigações ainda não apontem de quem foi a responsabilidade sobre a colisão.

Segundo a advogada, essa tese foi aceita nos julgamentos das ações em que ela esteve envolvida contra a TAM pelo acidente de 1996. Regina não aconselha os familiares das vítimas do vôo 1907 a buscar indenização pela Justiça dos Estados Unidos, no caso de o avião Legacy, da empresa americana Excel Air Services, ser apontado como causador da colisão. “Se bem aplicado, o Código do Consumidor resolve a questão”, opina.”

Geral 2:46 pm

Data: 03.10.2006 - Fonte: Valor Econômico

As ações da Gol Linhas Aéreas fecharam com queda de 1,85% ontem, a R$ 73,61, indicando, para o mercado, que o reflexo do acidente com o Boeing 737-800 foi reduzido. A avaliação mais corrente de analistas é que os impactos sobre a companhia aérea, tanto em relação à imagem quanto ao lado financeiro, serão pequenos. Conta para isso o fato de a Gol ter seguro para a frota e responsabilidades civis, e o fato de que o mercado está aquecido, com pouca concorrência.

No início da manhã de ontem, as ações apresentavam queda de mais de 5%, o que levou a Bolsa de Valores de São Paulo a acionar o mecanismo de leilão. Esse sistema é adotado quando papéis de alta liquidez sofrem oscilações acima de 3%, para cima ou para baixo. O leilão permite que as ações sejam negociadas pelo melhor valor e as protege de especulações.

“Nos próximos dias, é normal que os preços dos papéis oscilem. Ainda não podemos projetar os impactos financeiros do acidente com certeza”, afirmou Silvania Godói, analista do Banco do Brasil. “A empresa tem um bom caixa e acesso a crédito, o que minimiza possíveis gastos”, afirma. Segundo ela, os impactos sobre a imagem da empresa - e como conseqüência sobre a ocupação nos vôos - devem ser maiores se as investigações mostrarem que houve falha mecânica ou do piloto do avião da Gol.

“Acredito que o impacto financeiro para a Gol será próximo de zero, pois os gastos do acidente são pequenos perto do quanto a empresa vale”, disse um analista.

As maiores despesas decorrentes do acidente ocorrido na sexta-feira, que vitimou 155 pessoas, podem ser as indenizações às famílias. Ainda é cedo, no entanto, para dizer se a Gol será responsabilizada pelo pagamento, diante do fato de que há outras empresas envolvidas, como a ExcelAire, dona do Legacy 600 que colidiu com o Boeing, e da Embraer, fabricante do jato. Se as investigações apontarem para falhas mecânicas, existe ainda uma cadeia de fornecedores de peças que poderiam ser responsabilizados.

A seguradora da Gol é a SulAmérica, e e as apólices incluem a cobertura das aeronaves e a responsabilidade civil (ou seja, os danos que as aeronaves podem causar a terceiros) e indenizações aos familiares. O risco da SulAmérica é pequeno, pois a maior parte do risco é repassado ao IRB Brasil Re, que por sua vez repassa o restante para resseguradoras internacionais, principalmente do mercado londrino. Contatada pelo Valor, a seguradora informou: “Em relação ao acidente aéreo ocorrido, a SulAmérica informa que está tomando todas as medidas necessárias para que as solicitações da companhia aérea (Gol) sejam prontamente atendidas”.

O valor das indenizações pode variar muito. Quase sempre, a companhia aérea e a seguradora buscam fazer um acordo extra-judicial com as famílias das vítimas, ou seja, sem o intermédio da Justiça. Nesse caso, os parentes podem contratar um advogado que as auxilie nas negociações sobre o montante. Há famílias que, no entanto, decidem por abrir processo judicial. Em geral, a Justiça brasileira leva em conta três aspectos para estabelecer o valor da indenização: idade da vítima, sua receita mensal e número total de dependentes.

VidaOctober 2, 2006 1:46 pm

Data: 02.10.2006 - Fonte: CQCS

“O coordenador Jurídico da Associação Centro de Cidadania e Defesa do Consumidor e Trabalhador (Acecont), Davi Nigri, afirma que a SulAmérica também está impedida de reajustar os preços do seguro de vida dos consumidores de São Paulo, onde a Justiça negou o pedido de agravo impetrado pela seguradora contra a liminar anteriormente concedida ao Ministério Público.

Em Minas Gerais, inicialmente o pedido de liminar foi negado pela Justiça, mas o Ministério Público já impetrou agravo e espera uma resposta para os próximos dias. No Paraná e no Rio Grande do Sul, as primeira decisões da Justiça também sairão em breve.

A Acecont, que também já recorreu à Justiça com pedido de liminar contra reajustes praticados pela AGF, se prepara para questionar as medidas adotadas por outras seguradoras. Segundo Davi Nigri, é possível que já nesta segunda-feira seja requerida liminar contra reajustes praticados pela Porto Seguro e, em breve, também contra aumentos de preços praticados pela Minas Brasil e a Liberty.”

Transportes de Cargas 1:43 pm

Data: 02.10.2006 - Fonte: Revista Consultor Jurídico

“A cláusula de contrato de seguro de caminhão que exclui da cobertura as operações de carga e descarga é nula. A decisão é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça. Os ministros acolheram o recurso de um caminhoneiro e condenaram a Bradesco Seguros a pagar indenização securitária, pela perda do material em um acidente.

O caminhoneiro firmou contrato de cobertura com a empresa, mas não conseguiu que a Bradesco Seguros ressarcisse R$ 15 mil pelo tombamento de seu caminhão enquanto descarregava os materiais.

A empresa afirmou que existia uma cláusula no contrato de seguro excluindo a indenização no caso de sinistro durante operações de carga e descarga. O segurado recorreu à Justiça para anular a cláusula contratual e ter reconhecido seu direito à cobertura dos prejuízos.

A primeira instância negou o pedido. O caminhoneiro apelou, mas o Tribunal de Alçada de Minas Gerais manteve a decisão. O segurado recorreu ao STJ. Reiterou o argumento de nulidade da cláusula contratual e afirmou que os julgados anteriores teriam contrariado o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor.

O ministro Gomes de Barros, relator, reconheceu que, “viola o artigo 51, IV e parágrafo 1º, do CDC, a cláusula que, em contrato de seguro que, cobrindo o transporte, exclui a cobertura dos sinistros decorrentes das operações de carga e descarga”.