Proseguro - Seguros & Segurança

GeralSeptember 29, 2006 10:33 am
Data: 29.09.2006 - Fonte: Gazeta Mercantil/SP-Finanças
 
"A Áurea Seguro de Crédito e Garantias visualiza um "céu de brigadeiro" para o seguro garantia e de crédito interno nos próximos anos. Segundo cálculos da seguradora, o seguro de garantia chegará a US$ 230 milhões até 2010 e o seguro de crédito interno ficará próximo a US$ 200 milhões. Isso significa que um vai mais do que dobrar de tamanho e o outro quadruplicar. "Não tenho dúvidas de que esses produtos terão os maiores índice de crescimento no futuro, pois outros produtos, como o seguro de carro, por exemplo, tem um mercado saturado", disse Edvaldo Cerqueira, presidente da Áurea. De janeiro a julho deste ano, garantia movimentou R$ 107 milhões e crédito interno, R$ 49,1 milhões. O seguro de garantia só terá esse sucesso se o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, se mantiver no comando do País após as eleições em outubro. Segundo Cerqueira, a primeira PPP saiu e outras estão no forno para o próximo ano. Se for um novo governo, pode haver mudança de prioridades, explicou o presidente da Áurea, que tem como sócios nomes de peso como …, Delphos, Creek Investments e o Consorcio Internacional de Aseguradores de Credito (Ciac). O Ciac, por sua vez, é composto por Santander, BBVA, Munich Re e Cesce, a segunda maior do setor na Espanha, que no Brasil está presente também através da Secreb, em crédito à exportação. Tal prerrogativa eleitoral se faz necessária quando o assunto é investimento em infra-estrutura, o principal nicho de negócios das seguradoras que operam com seguro garantia, apólice que visa o fiel cumprimento de contratos assinados entre empresas. A Áurea é a segunda maior, com crescimento de 62% nas vendas no acumulado de janeiro a julho deste ano, para R$ 25,2 milhões em prêmios. Subiu da terceira para a segunda posição no seleto ranking, com as três maiores com 70% das vendas. Além das PPP, outros nichos podem trazer crescimento ao setor de garantia, relatou Carlos Frederico, diretor técnico da Áurea. "Desde a crise com a Bolívia, muitas empresas, além da Petrobras, tiraram da gaveta investimentos voltados para o fornecimento de gás", disse. Os investimentos no setor de energia também continuam no foco das seguradoras de garantia, bem como as concessões rodoviárias. "Temos duas prometidas para 2007", lembrou Cerqueira, citando a Fernão Dias e a Régis Bittencourt. Saindo da esfera pública, que até julho deste ano respondeu por prêmios de R$ 47 milhões e as concessões com R$ 21 milhões, outros nichos vem ganhando destaque. As obrigações privadas já respondem com prêmios de R$ 29 milhões e o seguro de garantia financeira chegou a R$ 5,5 milhões até julho. "O seguro de garantia judicial também vem ocupando espaço", citou Fred, com R$ 3,8 milhões até julho. Além do garantia, a Áurea disputa o nicho de seguro de crédito interno desde 2004. Dos R$ 49,4 milhões em vendas até julho, a Áurea participou com R$ 2,7 milhões. "É um segmento que vem ganhando destaque e temos investido bastante", informou Cerqueira. Os principais concorrentes do seguro de crédito interno são as factoring e os produtos bancários, como desconto de duplicata, além do autoseguro. A expectativa é que as novas regras de solvência dos bancos, conhecidas como Basiléia 2, irão trazer muitos clientes para as seguradoras, uma vez que os bancos terão limites de risco para emprestar. Dentro deste cenário, a Áurea acredita crescer acima do mercado em razão da sinergia entre as sete seguradoras da sócia Cesce na América Latina. Elas estão presentes na Argentina, Peru, Colômbia, Venezuela e mais recentemente também no México, atuando tanto com seguro de crédito interno, crédito à exportação e também com o seguro garantia. "Na próxima semana estamos embarcando para a Argentina para discutir a sinergia entre as empresas do grupo", disse Cerqueira. Para este ano, a evolução prevista pelo executivo para a seguradora é de 50% nas vendas, incluindo garantia e crédito. Até julho, o crescimento acumulado chegou a 62% em garantia, com market share de 23,5%, e de 65% em crédito interno, com participação de 5% nas vendas."
Geral 10:11 am

Data: 29.09.2006 - Fonte: ValorOnline

"A Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais julgou legítima a incidência de juros e multa de mora no pagamento de indenizações devidas à Previdência, com vistas à contagem de tempo de serviço anterior. O entendimento da turma nacional reformou decisão da Turma Recursal Judiciária de Santa Catarina. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) recorreu de sentença de Juizado Especial de Santa Catarina, que entendeu serem inexigíveis juros de mora e multa sobre contribuições, relativas a competências anteriores à vigência da Lei nº 8.213, de 1991, pagas com atraso por segurado".
Transportes de Cargas 10:04 am

Fonte - FENASEG 29/09

"A Unibanco-AIG lançou ontem o Export Solution, um produto direcionado aos exportadores, que pode chegar a custar até 15% mais barato do que a média de preço praticada no mercado internacional. Hoje o seguro de transporte internacional movimenta cerca de US$ 10 milhões por ano. "A nossa expectativa é de que esse mercado no Brasil chegue a US$ 300 milhões em prêmios em alguns anos", disse José Rudge, presidente da Unibanco. Segundo Ney Dias, diretor da Unibanco-AIG, a seguradora quer quebrar o mito de que o exportador não compra o produto só pelo preço. "Na verdade o cliente quer uma solução. O nosso produto oferece cobertura para responsabilidade civil e também danos de contaminação, além de contar com o apoio da seguradora que acompanhará embarque e desembarque e prestará suporte jurídico através das representações e parceriais da AIG, em mais de 130 países", disse Dias. O executivo acredita que, ao contrário dos países mais maduros, onde há preocupação do exportador com a satisfação do cliente final, no Brasil há uma concentração da exportação no modelo FOB, que entrega a mercadoria sem se responsabilizar pelo transporte. Ou seja, o importador é responsável pela compra o seguro do produto. "O exportador brasileiro que vende na China está competindo com o indiano, que não tem que se preocupar nem o despacho aduaneiro, por isso a venda CIF é diferenciada", disse. Pesquisa - Segundo pesquisa feita pela Unibanco para lançar o produto, com 23 empresas, responsáveis por volumes exportados entre US$ 10 milhões e US$ 100 milhões de diversos segmentos, o preço não é o maior problema. "O Export Solution é mais do que um produto. É um conceito, que nos possibilitará vender o produto a um preço 15% mais barato do que a média de preço praticada no mercado internacional", disse Ney Dias. Ainda de acordo com a pesquisa, o exportador tende a optar pela negociação FOB porque acredita que o seguro encarece o produto e existe maior responsabilidade no gerenciamento do processo. Há apenas uma percepção de que as taxas no exterior são mais baixas."