Proseguro - Seguros & Segurança

Automóveis, VidaOctober 18, 2008 11:50 pm

Serviço de assistência ao segurado conjugado com acidentes pessoais, exclusivo para automóveis particulares de passeio, que proporciona durante 12 meses as seguintes coberturas:

- 3 (três) socorros mecânicos no local;
- 3 (três) reboques;
- Atendimento 24 horas pelo 08007272079

O diferencial do produto é que ele não é para o veículo e sim para o cliente não importando em que veículo ele esteja e nem a idade do veículo.

 Para maiores informações procure um dos escritórios da MBM Previdência e Seguros em sua cidade. Veja aqui.

 

Geral, Vida 11:36 pm

 Garante o pagamento de indenização ao segurado caso venha ser submetido a algum procedimento anestésico decorrente de tratamento médico decorrente de doença ou acidente pessoal.

A indenização será estabelecida em função do capital segurado bem como do porte anestésico empregado no procedimento médico a que for submetido o segurado.

  • Cobertura exclusiva para o segurado, cônjuge e dependentes pelo IR;
  • Livre escolha de médicos e hospitais;
  • Carência de apenas noventa dias, exceto para atendimentos obstétricos que prescindem de uma espera de dez meses;
  • Saiba mais consultando as Condições Especiais do Seguro SEAN. Solicite valor de cobertura e prêmio ao seu corretor;
  • O mais importante de tudo é preservar a saúde e contar com uma cobertura que atende a despesas imprevistas.

 Para maiores informações procure um dos escritorios da MBM Previdência e Seguros em sua cidade. Veja aqui

AutomóveisJanuary 9, 2007 7:52 pm

Fonte: Agência Brasil

O Conselho Nacional de Seguros Privados, ligado ao Ministério da Fazenda, divulgou ontem o aumento do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores (DPVAT), que ficou 11,13% mais caro, para proprietários de carros particulares, de aluguel e de táxis. Com o aumento, o seguro obrigatório passa de R$ 76,08 para R$ 84,55. Para os proprietários de motocicletas, o reajuste é de 33,56%, com o seguro passando de R$ 137,65 para R$ 183,84.

O seguro DPVAT tem a finalidade de amparar as vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional, sejam pedestres, passageiros ou motoristas e tenham ou não responsabilidade direta pelo acidente.

Segundo o consultor jurídico da gestora operacional do DPVAT, a Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg), Mário Waichenberg, o impacto maior para os donos de motocicletas é decorrente do número elevado de acidentes envolvendo esses veículos. A categoria também engloba motonetas, ciclomotores e similares.

?Houve nos últimos anos um acréscimo muito grande da atividade de mototaxistas, de motoboys, de motos usadas como veículo de transporte para entregas rápidas. Isso tem ocasionado uma sinistralidade muito expressiva nessa carteira?, disse Waichenberg em entrevista à Rádio Nacional AM. Ele também ressaltou que esse tipo de acidente com moto, ?de modo geral, traz conseqüências mais danosas para as vítimas?.

O CNSP também reajustou as indenizações pagas em decorrência dos acidentes de trânsito. A cobertura por morte passou de R$ 13.479,48 para R$ 13,5 mil. Para invalidez permanente, a indenização máxima também pode chegar a esse valor (antes era de R$ 13.479,48).

Automóveis 7:49 pm

Fonte: Folha de S.Paulo

Foi-se o tempo em que a gravação do número do chassi acontecia apenas nos vidros. Conhecida popularmente como vacina antifurto, ela passa a ser aplicada em até 16 componentes do veículo. O serviço –oferecido gratuitamente por algumas seguradoras– tem a vantagem de proporcionar um desconto de 5% a 30% no valor do seguro do carro. A diferença no abatimento varia conforme a seguradora, o veículo e o endereço do proprietário. Algumas regiões são mais vulneráveis a furtos, como a zona leste da capital e o ABC. Quem não tem o carro segurado por uma companhia que ofereça o serviço de graça pode contratar uma oficina especializada. O custo fica em torno de R$ 200, e a aplicação demora, em média, 40 minutos. Ao incentivar o serviço, as seguradoras pretendem inibir a venda de peças em desmanches, além de terem mais munição para encontrar um automóvel furtado ou roubado. A gerente de produtos da SulAmérica, Simone Santos, conta que o benefício, oferecido pela empresa há um ano, já foi aceito por 35 mil segurados. "Os proprietários se sentem mais seguros, e colaboramos para a redução da venda de peças roubadas, principalmente em desmanches clandestinos." A Porto Seguro foi a pioneira a propor essa proteção extra. Oferecida há cinco anos, a vacina antifurto está presente em 90% dos carros segurados. Um adesivo alerta que a lataria tem os números de identificação. "Isso afasta o roubo ou o furto que tem como fim o desmanche ou o fornecimento de peças para os chamados dublês", explica o gerente de seguros de automóveis da companhia, Marcelo Sebastião. Desconto atrativo O auxiliar técnico Waldir Sette, 51, resolveu fazer a aplicação pelo desconto de 15% que recebeu da seguradora quando renovou a apólice. "O adesivo que é colado no pára-brisa do carro inibe os ladrões que têm a intenção de roubar para vender as peças no mercado paralelo." O representante comercial Cláudio D’Angelo Júnior, 40, atual proprietário de uma Toyota Fielder, já aplicou a vacina em outros dois carros. "Não dói nada, e há a vantagem do desconto", comenta. O aplicador Tiago Freitas dos Santos explica que o modelo –e o número de portas– é que determina os locais da gravação. No mínimo, o número aparece em oito peças, e os carros mais seguros têm 16 "tatuagens".
Geral 7:45 pm

Fonte: Agência Senado

Os mutuários do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) poderão passar a ter o direito de contratar cobertura securitária em apólice diferente do Seguro Habitacional do SFH, sem a interveniência da instituição concedente do crédito, desde que a operação preveja, obrigatoriamente, no mínimo, a cobertura relativa aos riscos de morte e invalidez permanente. O benefício está previsto em projeto de lei (PLS 24/06) do senador Paulo Paim (PT-RS) que está tramitando na Comissão de Assuntos Econômicos.

A proposta altera a Medida Provisória 2.197-43/01. Pelo texto em vigor, somente os agentes financeiros do SFH poderão contratar financiamentos com cobertura securitária diferente da do próprio Seguro Obrigatório do Sistema Financeiro da Habitação.

Em sua justificativa, Paim lembra que atualmente a contratação de apólice de seguro do SFH é obrigatória, mas por não estar submetida ao contrato assinado pelos mutuários - que prevê taxa efetiva máxima de juros de 12% ao ano - é bastante onerosa, encarecendo a prestação mensal paga.

“Durante anos, a única opção para os mutuários era a empresa seguradora ligada à própria Caixa Econômica Federal, que cobrava percentuais bastante altos pelo serviço, em alguns anos superiores a 60% da mensalidade”, afirma Paim, na justificativa ao seu projeto.

O senador pelo Rio Grande do Sul lembra que, como resultado dessa determinação, vários mutuários entraram na Justiça para pleitear o direito de contratar livremente uma seguradora de sua conveniência, com custos “expressivamente”menores para as mesmas coberturas. Paim destaca ainda, em sua justificativa, que a MP 2.197-43/01 permitiu aos agentes financeiros do SFH contratar financiamentos onde a cobertura securitária fosse diferente da do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro da Habitacional, mas os mutuários continuaram sem esse direito.

“Não é por outro motivo que diversos deles (mutuários) continuam recorrendo ao Judiciário para fazer valer tal prerrogativa. Para sanar essa falha, ampliando o alcance social a que se propõe o SFH, é que propomos a presente norma”, explica o parlamentar.

Geral 7:39 pm

Fonte: Funenseg

A grade curricular do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros, da Escola Nacional de Seguros, foi reformulada. A carga horária total aumentou de 372 horas de aula para 383 h/a (175 h/a para a fase Vida, Previdência e Capitalização e 208 h/a para Complemento). Uma novidade foi a inclusão da Palestra de Prevenção da Fraude em Seguros nas duas fases. De seis módulos o curso passou a ter sete, sendo três da primeira etapa. Disciplinas como Ética Concorrencial e Seguros Marítimos e Aeronáuticos e temas como Crédito e Fiança Locatícia, agora fazem parte do conteúdo. Segundo Robert Bittar, presidente da Escola, foi através de conversas com alunos, corretores e lideranças de todo o segmento que se percebeu a necessidade de alterar a grade, a fim de contemplar instruções essenciais ao exercício da profissão. Para esse trabalho foram convidados representantes da Federação, Susep, Fenaseg e profissionais de reconhecida experiência na atividade. "As propostas do grupo foram avaliadas pela Diretoria de Ensino e incorporadas na formatação da estrutura curricular", afirmou. O diretor de Ensino, Nelson Le Cocq d´Oliveira explica que essa ação foi motivada pelo intuito da Escola em adequar a formação do profissional à realidade de sua atuação no mercado. "Temos a preocupação constante em ajustar nossos cursos à evolução do mercado de seguros", disse. A programação completa encontra-se no www.funenseg.org.br.
Vida 7:35 pm

Fonte - Diário da Manhã - Goiânia

Cada vez mais as pessoas adquirem antecipadamente um plano de previdência privada, devido à incerteza do futuro da Previdência Social ou apenas para manter seu padrão de vida, já que o benefício máximo oferecido pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) é de R$ 2.801,56. O aumento da expectativa de vida dos brasileiros também é um fator que impulsiona a adesão pelos planos privados. Segundo dados da Associação Nacional de Previdência Privada (Anapp), até outubro de 2006, havia 7.755.017 planos individuais no País, contra 7.164.570 planos registrados até outubro de 2005, o que representa um crescimento de 8,24% no período.

A expansão do mercado de previdência, que se mantém acima de 20% ao ano, é uma forte evidência de que o brasileiro consolidou a sua confiança no segmento, de acordo com Marco Antônio Rossi, vice-presidente da Anapp. “Isso é resultado de fortes investimentos, na transparência dos negócios e na ética dos relacionamentos”, acredita.

No Brasil, a liderança no mercado de previdência complementar, com 37,5% do total de recursos obtidos por todo o setor, é da Vida e Previdência (BVP). A performance da empresa nos primeiros dez meses de 2006 confirma a procura dos brasileiros por este tipo de plano. A BVP fechou o último mês de outubro com uma receita acumulada em planos de previdência de R$ 6,498 bilhões e superou em 24,28% o valor captado pela empresa no mesmo período de 2005. No ranking nacional, ela é seguida pela Itaú Vida e Previdência, com 18,55% dos volumes de contribuição, e da Brasilprev, com 12,35%.

Estes números nos meses de novembro e dezembro podem ser ainda mais relevantes. O final de ano é o período de maior aquecimento na área de previdência complementar e concentra tradicionalmente mais de 25% das receitas do mercado. Isso porque o último bimestre é o período do ano de maior liquidez na economia, com a entrada de recursos extraordinários como o 13º salário, além de ser época de fechamento do ano fiscal para as pessoas físicas.

MOEDA - O diretor comercial da BVP no Brasil, Lúcio Flávio Oliveira, lembra outros fatores que consolidaram a previdência privada como uma opção cada vez mais procurada, entre eles, a estabilidade da moeda, o aumento da expectativa de vida e o fato de o Estado brasileiro não demonstrar confiabilidade de que pode garantir a aposentadoria de todos. ?Além disso, há 10 anos, havia poucas instituições, a oferta hoje aumentou?, aponta.

A previdência privada está regulamentada no País pela Lei nº 6.438 desde o ano de 1977. Algumas poucas instituições mantiveram as possibilidades de ingresso particular pelos interessados nos anos de inflação galopante, na década de 80. A partir de 1990, com a chegada de novos produtos, as instituições bancárias começaram a oferecer os planos privados.

Uncategorized 4:21 pm

Fonte: CQCS

A Fenacor está disponibilizando em seu site o banco de dados confeccionado pela Fenaseg, que permite a consulta de veículos sinistrados com indenização integral. A consulta pode ser feita pelo número do chassi e/ou da placa do veículo segurado e indenizado integralmente.

Esse banco de dados é alimentado pelas seguradoras filiadas à Fenaseg. Além da possibilidade de consulta, o internauta também pode esclarecer suas dúvidas através do email: bdsii@fenaseg.org.br.

SegurançaOctober 23, 2006 2:40 pm

Fonte: Caderno Digital

“A Crown Telecom, pioneira no Brasil em sistemas de telemetria em tempo real para veículos de passeio, lança o 24 Horas durante o 24º Salão Internacional do Automóvel, em São Paulo. Seu exclusivo sistema de monitoramento e rastreamento de veículos é uma grande arma na recuperação de carros furtados e roubados, contando com recursos que possibilitam ao proprietário acompanhar o monitoramento em tempo real pela internet em território nacional 24 horas por dia, sete dias por semana. Além disso, a ferramenta emite alertas de revisão, demonstra o trajeto percorrido pelo automóvel, registra ocorrências de colisão, possibilita assistência em acidentes e o destravamento remoto de portas.

O 24 Horas pode representar queda significativa no valor das apólices de seguro, chegando até 40%. Por exemplo, de acordo com dados da Sul América Seguradora, um consumidor com perfil: 35 anos, casado e sem filhos entre 18 e 25 anos que adquirisse, em São Paulo, um modelo Golf Flash 1.6 sem o sistema de rastreamento pagaria, em média, R$ 6.544,00 na apólice (dados de maio/2005). Em agosto deste ano, um comprador com perfil semelhante ao adquirir o mesmo modelo equipado com o 24 Horas pagaria apenas R$ 4.423,00.

A eficácia do 24 Horas ocorre em virtude da captação do posicionamento do veículo por meio da tecnologia de localização via satélite GPS (Global Positioning Systems). A solução conta com o módulo de comunicação sem fio G24 da Motorola. Os dados são transferidos para a base da Crown Telecom pela telefonia móvel GSM/GPRS.

A solução de telemetria da Crown Telecom oferece não somente suporte à segurança do veículo, mas também informações sobre performance, histórico de velocidade, trajeto, mecânica e até agendamento de revisões?, afirma José Antônio Pereira JR, Presidente & CEO da Crown Telecom. ?É a tecnologia utilizada na Fórmula 1 à disposição do motorista brasileiro?.

A tecnologia desenvolvida pela Crown Telecom, em parceria com a empresa canadense WebTech, é a única nacional desse gênero homologada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), FCC (Federal Communications Commission), CE (Comunidade Européia) e Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o que garante ao consumidor a instalação de um produto de segurança reconhecido pelos principais órgãos do setor.

Para a Motorola é muito importante participar de um projeto deste porte com a Crown Telecom e ter a certeza de oferecer um benefício direto ao consumidor. A empresa acredita que o mercado de monitoramento e rastreamento tem grande potencial de crescimento no país e que será adotado em larga escala com a popularização desta ferramenta?, disse Marcelo Catapani, diretor da área de Wireless Modules da Motorola.

Atualmente, o 24 Horas está disponível nos modelos zero KM Gol, Parati, Saveiro e Golf, da Volkswagen do Brasil, sem custo adicional para o comprador no primeiro ano, comercializados em localidades como Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, entre outras. O dispositivo também pode ser instalado em toda a linha de novos e seminovos ao custo de R$ 1.350,00 no primeiro ano e, R$ 490,00 a partir do segundo ano.”

SegurançaOctober 18, 2006 10:45 am

Fonte Wnews

Tecnologia que grava informações a laser na superfície de carros chega ao Brasil. A DataDot permite a gravação de dados criptografados em micropontos, discos minúsculos, que são espalhados na superfície do veículo com um spray. As mesmas informações são posteriormente inseridas num banco de dados online para futura identificação do veículos e das peças.

Segundo Luiz Menezes, representante da DataDot Brasil, empresa responsável pela tecnologia, a DataDot permite fazer a marcação de informações como o número do chassi do carro, ou registro de fábrica em até sete mil locais diferentes do carro. “Os dados são marcados em diversos pontos do veículo e depois inseridos no nosso banco de dados. Em paralelo a isso, a polícia recebe um kit com uma lâmpada ultravioleta e uma lupa especial para a posterior leitura destes pontos”.

O objetivo é evitar o desmanche ilegal de carros e a venda de peças roubadas, explica Menezes. “As informações espalhas nas peças do veículo e inseridas no banco de dados permitem a identificação e rastreabilidade do carro. Com elas a polícia consegue identificar qual peça pertence a cada veículo e quem é proprietário do carro.”

O sistema já reduziu em até 90% os índices de roubo e furto de veículos, em países como a Austrália. O produto foi apresentado, em São Paulo, para autoridades da polícia e representantes de montadoras e do mercado segurador. Menezes explica que os serviço será oferecido primeiramente às montadoras de carro e seguradoras e deve ser consolidado até 2007.

GeralOctober 4, 2006 2:49 pm

Data: 03.10.2006 - >Fonte: Revista Consultor Jurídico

“A indenização aos parentes das vítimas do acidente aéreo com o boeing da Gol pode chegar a R$ 1 milhão por vítima. Os cálculos são de Leonardo Orsini, procurador do Estado e advogado especializado em responsabilidade civil. Ele afirma já ter sido procurado por parentes de passageiros que estavam no vôo.

A estimativa é feita com base nos danos materiais ? quanto a vítima receberia de salário ao longo da vida e a existência de dependentes - e os danos morais, que segundo Orsini, são inestimáveis por envolver a perda de vidas. A informação é do jornal Correio Brasiliense.

O acidente aconteceu na tarde de sexta-feira (29/9) e envolveu o Boeing 737-800, com 155 pessoas a bordo, que fazia o vôo 1907 da Gol, entre Manaus e Rio, com escala em Brasília. Em nota oficial, o Comando da Aeronáutica informou que não há sobreviventes.

A Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos vai procurar os parentes dos passageiros e tripulantes da Gol nos próximos dias. A presidente da entidade, Sandra Assali, que perdeu o marido, o médico José Abdul Assali no acidente com o Fokker 100 da TAM há quase 10 anos, recomenda que ninguém assine acordos de indenização com a companhia.

Ela diz que as ações judiciais são mais demoradas, mas garantem indenizações maiores. “Os valores propostos pelas seguradoras seguem um padrão. No caso da TAM era de R$ 145 mil. Não leva em conta a expectativa de vida das vítimas ou promoções que receberiam ao longo da carreira”, explica.

As companhias aéreas têm um seguro obrigatório fixado em R$ 14 mil e podem oferecer outro de responsabilidade civil, de valor variável - sem contar os danos morais à família, calculados por um juiz. A questão divide advogados especialistas em casos de acidentes aéreos.

Regina Manssur, que representou três das 99 famílias de vítimas do acidente com o Fokker 100 da TAM, em 31 de outubro de 1996, afirmou que os parentes devem mover ação contra a Gol, mesmo que as investigações ainda não apontem de quem foi a responsabilidade sobre a colisão.

Segundo a advogada, essa tese foi aceita nos julgamentos das ações em que ela esteve envolvida contra a TAM pelo acidente de 1996. Regina não aconselha os familiares das vítimas do vôo 1907 a buscar indenização pela Justiça dos Estados Unidos, no caso de o avião Legacy, da empresa americana Excel Air Services, ser apontado como causador da colisão. “Se bem aplicado, o Código do Consumidor resolve a questão”, opina.”

Geral 2:46 pm

Data: 03.10.2006 - Fonte: Valor Econômico

As ações da Gol Linhas Aéreas fecharam com queda de 1,85% ontem, a R$ 73,61, indicando, para o mercado, que o reflexo do acidente com o Boeing 737-800 foi reduzido. A avaliação mais corrente de analistas é que os impactos sobre a companhia aérea, tanto em relação à imagem quanto ao lado financeiro, serão pequenos. Conta para isso o fato de a Gol ter seguro para a frota e responsabilidades civis, e o fato de que o mercado está aquecido, com pouca concorrência.

No início da manhã de ontem, as ações apresentavam queda de mais de 5%, o que levou a Bolsa de Valores de São Paulo a acionar o mecanismo de leilão. Esse sistema é adotado quando papéis de alta liquidez sofrem oscilações acima de 3%, para cima ou para baixo. O leilão permite que as ações sejam negociadas pelo melhor valor e as protege de especulações.

“Nos próximos dias, é normal que os preços dos papéis oscilem. Ainda não podemos projetar os impactos financeiros do acidente com certeza”, afirmou Silvania Godói, analista do Banco do Brasil. “A empresa tem um bom caixa e acesso a crédito, o que minimiza possíveis gastos”, afirma. Segundo ela, os impactos sobre a imagem da empresa - e como conseqüência sobre a ocupação nos vôos - devem ser maiores se as investigações mostrarem que houve falha mecânica ou do piloto do avião da Gol.

“Acredito que o impacto financeiro para a Gol será próximo de zero, pois os gastos do acidente são pequenos perto do quanto a empresa vale”, disse um analista.

As maiores despesas decorrentes do acidente ocorrido na sexta-feira, que vitimou 155 pessoas, podem ser as indenizações às famílias. Ainda é cedo, no entanto, para dizer se a Gol será responsabilizada pelo pagamento, diante do fato de que há outras empresas envolvidas, como a ExcelAire, dona do Legacy 600 que colidiu com o Boeing, e da Embraer, fabricante do jato. Se as investigações apontarem para falhas mecânicas, existe ainda uma cadeia de fornecedores de peças que poderiam ser responsabilizados.

A seguradora da Gol é a SulAmérica, e e as apólices incluem a cobertura das aeronaves e a responsabilidade civil (ou seja, os danos que as aeronaves podem causar a terceiros) e indenizações aos familiares. O risco da SulAmérica é pequeno, pois a maior parte do risco é repassado ao IRB Brasil Re, que por sua vez repassa o restante para resseguradoras internacionais, principalmente do mercado londrino. Contatada pelo Valor, a seguradora informou: “Em relação ao acidente aéreo ocorrido, a SulAmérica informa que está tomando todas as medidas necessárias para que as solicitações da companhia aérea (Gol) sejam prontamente atendidas”.

O valor das indenizações pode variar muito. Quase sempre, a companhia aérea e a seguradora buscam fazer um acordo extra-judicial com as famílias das vítimas, ou seja, sem o intermédio da Justiça. Nesse caso, os parentes podem contratar um advogado que as auxilie nas negociações sobre o montante. Há famílias que, no entanto, decidem por abrir processo judicial. Em geral, a Justiça brasileira leva em conta três aspectos para estabelecer o valor da indenização: idade da vítima, sua receita mensal e número total de dependentes.

VidaOctober 2, 2006 1:46 pm

Data: 02.10.2006 - Fonte: CQCS

“O coordenador Jurídico da Associação Centro de Cidadania e Defesa do Consumidor e Trabalhador (Acecont), Davi Nigri, afirma que a SulAmérica também está impedida de reajustar os preços do seguro de vida dos consumidores de São Paulo, onde a Justiça negou o pedido de agravo impetrado pela seguradora contra a liminar anteriormente concedida ao Ministério Público.

Em Minas Gerais, inicialmente o pedido de liminar foi negado pela Justiça, mas o Ministério Público já impetrou agravo e espera uma resposta para os próximos dias. No Paraná e no Rio Grande do Sul, as primeira decisões da Justiça também sairão em breve.

A Acecont, que também já recorreu à Justiça com pedido de liminar contra reajustes praticados pela AGF, se prepara para questionar as medidas adotadas por outras seguradoras. Segundo Davi Nigri, é possível que já nesta segunda-feira seja requerida liminar contra reajustes praticados pela Porto Seguro e, em breve, também contra aumentos de preços praticados pela Minas Brasil e a Liberty.”

Transportes de Cargas 1:43 pm

Data: 02.10.2006 - Fonte: Revista Consultor Jurídico

“A cláusula de contrato de seguro de caminhão que exclui da cobertura as operações de carga e descarga é nula. A decisão é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça. Os ministros acolheram o recurso de um caminhoneiro e condenaram a Bradesco Seguros a pagar indenização securitária, pela perda do material em um acidente.

O caminhoneiro firmou contrato de cobertura com a empresa, mas não conseguiu que a Bradesco Seguros ressarcisse R$ 15 mil pelo tombamento de seu caminhão enquanto descarregava os materiais.

A empresa afirmou que existia uma cláusula no contrato de seguro excluindo a indenização no caso de sinistro durante operações de carga e descarga. O segurado recorreu à Justiça para anular a cláusula contratual e ter reconhecido seu direito à cobertura dos prejuízos.

A primeira instância negou o pedido. O caminhoneiro apelou, mas o Tribunal de Alçada de Minas Gerais manteve a decisão. O segurado recorreu ao STJ. Reiterou o argumento de nulidade da cláusula contratual e afirmou que os julgados anteriores teriam contrariado o artigo 51 do Código de Defesa do Consumidor.

O ministro Gomes de Barros, relator, reconheceu que, “viola o artigo 51, IV e parágrafo 1º, do CDC, a cláusula que, em contrato de seguro que, cobrindo o transporte, exclui a cobertura dos sinistros decorrentes das operações de carga e descarga”.

GeralSeptember 29, 2006 10:33 am
Data: 29.09.2006 - Fonte: Gazeta Mercantil/SP-Finanças
 
"A Áurea Seguro de Crédito e Garantias visualiza um "céu de brigadeiro" para o seguro garantia e de crédito interno nos próximos anos. Segundo cálculos da seguradora, o seguro de garantia chegará a US$ 230 milhões até 2010 e o seguro de crédito interno ficará próximo a US$ 200 milhões. Isso significa que um vai mais do que dobrar de tamanho e o outro quadruplicar. "Não tenho dúvidas de que esses produtos terão os maiores índice de crescimento no futuro, pois outros produtos, como o seguro de carro, por exemplo, tem um mercado saturado", disse Edvaldo Cerqueira, presidente da Áurea. De janeiro a julho deste ano, garantia movimentou R$ 107 milhões e crédito interno, R$ 49,1 milhões. O seguro de garantia só terá esse sucesso se o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, se mantiver no comando do País após as eleições em outubro. Segundo Cerqueira, a primeira PPP saiu e outras estão no forno para o próximo ano. Se for um novo governo, pode haver mudança de prioridades, explicou o presidente da Áurea, que tem como sócios nomes de peso como …, Delphos, Creek Investments e o Consorcio Internacional de Aseguradores de Credito (Ciac). O Ciac, por sua vez, é composto por Santander, BBVA, Munich Re e Cesce, a segunda maior do setor na Espanha, que no Brasil está presente também através da Secreb, em crédito à exportação. Tal prerrogativa eleitoral se faz necessária quando o assunto é investimento em infra-estrutura, o principal nicho de negócios das seguradoras que operam com seguro garantia, apólice que visa o fiel cumprimento de contratos assinados entre empresas. A Áurea é a segunda maior, com crescimento de 62% nas vendas no acumulado de janeiro a julho deste ano, para R$ 25,2 milhões em prêmios. Subiu da terceira para a segunda posição no seleto ranking, com as três maiores com 70% das vendas. Além das PPP, outros nichos podem trazer crescimento ao setor de garantia, relatou Carlos Frederico, diretor técnico da Áurea. "Desde a crise com a Bolívia, muitas empresas, além da Petrobras, tiraram da gaveta investimentos voltados para o fornecimento de gás", disse. Os investimentos no setor de energia também continuam no foco das seguradoras de garantia, bem como as concessões rodoviárias. "Temos duas prometidas para 2007", lembrou Cerqueira, citando a Fernão Dias e a Régis Bittencourt. Saindo da esfera pública, que até julho deste ano respondeu por prêmios de R$ 47 milhões e as concessões com R$ 21 milhões, outros nichos vem ganhando destaque. As obrigações privadas já respondem com prêmios de R$ 29 milhões e o seguro de garantia financeira chegou a R$ 5,5 milhões até julho. "O seguro de garantia judicial também vem ocupando espaço", citou Fred, com R$ 3,8 milhões até julho. Além do garantia, a Áurea disputa o nicho de seguro de crédito interno desde 2004. Dos R$ 49,4 milhões em vendas até julho, a Áurea participou com R$ 2,7 milhões. "É um segmento que vem ganhando destaque e temos investido bastante", informou Cerqueira. Os principais concorrentes do seguro de crédito interno são as factoring e os produtos bancários, como desconto de duplicata, além do autoseguro. A expectativa é que as novas regras de solvência dos bancos, conhecidas como Basiléia 2, irão trazer muitos clientes para as seguradoras, uma vez que os bancos terão limites de risco para emprestar. Dentro deste cenário, a Áurea acredita crescer acima do mercado em razão da sinergia entre as sete seguradoras da sócia Cesce na América Latina. Elas estão presentes na Argentina, Peru, Colômbia, Venezuela e mais recentemente também no México, atuando tanto com seguro de crédito interno, crédito à exportação e também com o seguro garantia. "Na próxima semana estamos embarcando para a Argentina para discutir a sinergia entre as empresas do grupo", disse Cerqueira. Para este ano, a evolução prevista pelo executivo para a seguradora é de 50% nas vendas, incluindo garantia e crédito. Até julho, o crescimento acumulado chegou a 62% em garantia, com market share de 23,5%, e de 65% em crédito interno, com participação de 5% nas vendas."
Geral 10:11 am

Data: 29.09.2006 - Fonte: ValorOnline

"A Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais julgou legítima a incidência de juros e multa de mora no pagamento de indenizações devidas à Previdência, com vistas à contagem de tempo de serviço anterior. O entendimento da turma nacional reformou decisão da Turma Recursal Judiciária de Santa Catarina. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) recorreu de sentença de Juizado Especial de Santa Catarina, que entendeu serem inexigíveis juros de mora e multa sobre contribuições, relativas a competências anteriores à vigência da Lei nº 8.213, de 1991, pagas com atraso por segurado".
Transportes de Cargas 10:04 am

Fonte - FENASEG 29/09

"A Unibanco-AIG lançou ontem o Export Solution, um produto direcionado aos exportadores, que pode chegar a custar até 15% mais barato do que a média de preço praticada no mercado internacional. Hoje o seguro de transporte internacional movimenta cerca de US$ 10 milhões por ano. "A nossa expectativa é de que esse mercado no Brasil chegue a US$ 300 milhões em prêmios em alguns anos", disse José Rudge, presidente da Unibanco. Segundo Ney Dias, diretor da Unibanco-AIG, a seguradora quer quebrar o mito de que o exportador não compra o produto só pelo preço. "Na verdade o cliente quer uma solução. O nosso produto oferece cobertura para responsabilidade civil e também danos de contaminação, além de contar com o apoio da seguradora que acompanhará embarque e desembarque e prestará suporte jurídico através das representações e parceriais da AIG, em mais de 130 países", disse Dias. O executivo acredita que, ao contrário dos países mais maduros, onde há preocupação do exportador com a satisfação do cliente final, no Brasil há uma concentração da exportação no modelo FOB, que entrega a mercadoria sem se responsabilizar pelo transporte. Ou seja, o importador é responsável pela compra o seguro do produto. "O exportador brasileiro que vende na China está competindo com o indiano, que não tem que se preocupar nem o despacho aduaneiro, por isso a venda CIF é diferenciada", disse. Pesquisa - Segundo pesquisa feita pela Unibanco para lançar o produto, com 23 empresas, responsáveis por volumes exportados entre US$ 10 milhões e US$ 100 milhões de diversos segmentos, o preço não é o maior problema. "O Export Solution é mais do que um produto. É um conceito, que nos possibilitará vender o produto a um preço 15% mais barato do que a média de preço praticada no mercado internacional", disse Ney Dias. Ainda de acordo com a pesquisa, o exportador tende a optar pela negociação FOB porque acredita que o seguro encarece o produto e existe maior responsabilidade no gerenciamento do processo. Há apenas uma percepção de que as taxas no exterior são mais baixas."
SegurançaSeptember 22, 2006 8:01 am

Fonte: Seguros.com.br

"Dirigentes de órgãos de defesa do consumidor têm criticado a exigência feita por algumas seguradoras, que só aceitam o risco, na carteira de automóveis, se o segurado instalar rastreadores no veículo. A orientação que vem sendo dada a quem procura aqueles órgãos é a de que não aceite tal exigência, que configura a venda casada, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor."
AutomóveisJune 19, 2006 4:02 am
Data: 18.06.2006 - Fonte: Folha Online

“Pára-brisa de Chevrolet Vectra custa R$ 2.077, enquanto franquia para trocá-lo sai por R$ 60

Pequenos acidentes com o veículo, além de causar muitos aborrecimentos, podem criar um rombo no bolso do motorista. A maioria não sabe, mas muitos seguros cobrem essas despesas. E é bem mais barato pagar a franquia. Algumas seguradoras incorporam essas cláusulas à apólice, mas elas também podem ser adquiridas à parte. Segundo Marcelo Sebastião, da Porto Seguro, essa cobertura extra para vidros e retrovisores custa R$ 55 por ano. O segurado tem direito a três reposições de vidro e duas de retrovisor. “Para incluir as lanternas e os faróis, o prêmio médio sobe para R$ 84 por ano”, conta Sebastião. O gasto compensa. Para trocar o pára-brisa de um Fiat Palio 1.0, o proprietário pagará, numa concessionária, R$ 507,83 só pela peça. O farol de um Chevrolet Classic custa R$ 222,58, e a revenda ainda cobra R$ 52,50 pela mão-de-obra. Uma autorizada da Honda em São Paulo exige um pagamento de R$ 353,25 pelo retrovisor de um Fit já instalado e com a carcaça pintada na cor do carro. Numa oficina especializada, o serviço sai por R$ 195, e o valor cai ainda mais se o proprietário for segurado: R$ 20. A maior diferença, no entanto, aparece no pára-brisa de um Chevrolet Vectra. Em uma concessionária, o preço do vidro dianteiro é de R$ 1.710. Cobram-se mais R$ 367 pela mão-de-obra. O total é de R$ 2.077, enquanto oficinas pedem R$ 350, ou 83% a menos. Ainda é muito se comparado com o seguro. Dependendo do contrato, o valor varia entre R$ 40 e R$ 95 -é o suficiente para comprar mais de 40 pára-brisas.

Desconhecimento

Georgios Fotopoulos, da oficina Mecânica de Vidros, conta que 70% de seus clientes têm direito ao desconto, mas não sabem disso ou desconhecem quanto vão economizar. Foi exatamente o que aconteceu com a assistente social Carmem Quagliato, que teve de trocar o vidro de seu Honda Civic. Quando saía de um shopping, ladrões quebraram o vidro do lado direito para levarem sua bolsa. Depois de ter passado o fim de semana cancelando cartões de crédito, ela soube, ao levar o carro à oficina, que teria que pagar uma franquia de R$ 40. Em uma autorizada, o serviço sairia por R$ 224,30. “No meio de tanta desgraça, foi uma ótima notícia”, tenta celebrar. Os mesmos R$ 40 pagou o comerciante Luiz Brancati, 38. Para levar o toca-fitas de seu Mercedes-Benz Classe A, o assaltante quebrou o vidro fixo da porta do motorista. “Sabia que o meu seguro cobria parte do conserto, mas não tinha noção de quanto economizaria.” Depois de um acidente, o corretor Marcelo Scatolini, 24, pagou R$ 275 para trocar o pára-brisa de seu Chevrolet Omega. “”Se eu tivesse seguro, o conserto sairia por R$ 90″, lamenta. (ROSANGELA DE MOURA)”

GeralMay 23, 2006 6:17 pm

Data: 23.05.2006 - Fonte: Fonte: Isto É Dinheiro

A apólice da Copa do Mundo contra tragédias é de 520 milhões de euros

Por Fábio altman

“O 11 de setembro de 2001 deixou cicatrizes em todo o mundo. Elas são visíveis em grandes eventos como as Olimpíadas e as Copas do Mundo. Nelas, os cuidados com a segurança, na luta contra o terrorismo, tornaram-se mais importante até que o esporte. Os organizadores do Mundial da Alemanha gastaram US$ 1,6 bilhão apenas com o rigoroso esquema contra bombas e hooligans, os malfadados torcedores selvagens. Como nem sempre a prevenção funciona, a FIFA contratou seguro para a eventualidade de cancelamento do torneio. É decisão histórica, com cifras idem. Não é uma apólice tradicional. Os cartolas de Zurique emitiram o equivalente a 230 milhões de euros em papéis no mercado de valores da Suíça, com o apoio do Credit Suisse First Boston, o CSFB. Caso ocorra o que é quase impossível ? o adiamento do Mundial ? esse montante será destinado aos patrocinadores e emissoras de televisão que bancam o evento. Já que apenas a compra de direitos de TV soma mais de 1,2 bilhão de euros, foi preciso fechar negócio também com garantias tradicionais, em um valor estimado de 290 milhões de euros. Total: 520 milhões de euros.

A postura da FIFA, embora pareça exagerada, é apenas cautelosa. É exigência das empresas que põem fortunas na Copa. `O futebol tem uma vantagem em relação aos Jogos Olímpicos`, diz Peter Luck, gerente de Riscos Especiais da Swiss Re, uma das maiores seguradoras do mundo. `Se houver algum impedimento de um ou outro estádio, as partidas podem ser transferidas de cidade, e isso foi levado em consideração no cálculo dos hipotéticos pagamentos`.

A improbabilidade de grandes tragédias não diminui a atenção com incidentes menores. Haverá a interrupção, durante os 30 dias da Copa, do Tratado de Schengen, de 1985, que permite a livre circulação de pessoas dos países fronteiriços sem a apresentação de passaporte. Ao longo do Mundial será obrigatório exibi-los.

A Alemanha tem fronteira com a Dinamarca, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Austria e França. `Fizemos tudo o que podia ser feito em medidas de segurança`, diz o holandês Gijs de Vries, chefe da coordenação anti-terror da União Européia. `Como vivemos em democracia, não há como dar 100% de garantia, mas os riscos são muito pequenos`.”

GeralApril 24, 2006 3:54 pm

Data: 24.04.2006 - Fonte: Fonte: Isto É

O mercado de seguros de vida está em polvorosa. A Susep, órgão que regulamenta o setor, alterou as regras para essas apólices, agora chamadas de seguros de pessoas. Elas afetam contratos de R$ 20 bilhões em todo o País. As seguradoras já começaram a enviar correspondência para os segurados, em que oferecem propostas de novos contratos, já de acordo com a nova regulamentação. Se, antes, a renovação era praticamente automática, agora as apólices terão prazos de vencimentos explícitos e a renovação é limitada a uma única vez. O resultado é que muitas seguradoras estão aproveitando para reajustar os preços cobrados dos clientes mais antigos. Há casos de novas propostas com 100% de reajuste nos prêmios. O especialista Antônio Penteado Mendonça recomenda cautela. “É bom não assinar nada. O prazo para as mudanças entrarem em vigor é somente no aniversário do seguro, a partir de 30 de setembro.” Ele sugere que o cliente converse com seu corretor de seguros sobre possíveis aumentos. “O consumidor não é obrigado a aceitar imposição unilateral por parte da seguradora”, alerta Sérgio Tannuri, especialista em direito do consumidor.
GeralFebruary 9, 2006 1:52 pm
Data: 07.02.2006 - Fonte: Valor Econômico

O governo resolveu inibir o pagamento de bônus e outros pagamentos variáveis a funcionários por parte de empresas via plano de previdência privada. Na virada do ano, a edição das Resoluções n° 139 e 140 do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) determinou um prazo de carência para resgate de 360 dias, a partir do dia 12 de janeiro do ano seguinte ao do depósito de recursos da empresa patrocinadora no plano. Ou seja, qualquer depósito efetuado pelas empresas como benefício aos participantes neste ano, por exemplo, só poderá ser sacado após janeiro de 2008. Assim, o prazo de carência poderá chegar a até dois anos se o depósito for feito no início de janeiro. Isso inviabiliza o resgate imediato.

O págamento de bônus por meio do Plano Gerador de Benefícios livres (PGBL) ou Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) constituía fraude fiscal e tributária, na medida em que a empresa, ao não incluir o valor na folha, não recolhia sobre esses valores contribuições à previdência social e reduzia parte do imposto de renda a ser pago com os depósitos na previdência privada, diz Alexandre Pender, superintendente de Produtos de Previdência da SulAmérica. Ele comenta que esse era um dos motivos para a disparada dos depósitos em previdência para algumas empresas do mercado em dezembro, mês em que, tradicionalmente, a captação do setor dobra em relação a novembro.

A carência foi uma solicitação do Ministério da Fazenda, que estava preocupado com desvios tributários, segundo João Marcelo Máximo dos Santos, diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e membro do CNSP. Ele diz ainda que os fundos de pensão fechados também de verão sofrer as mesmas mudanças nesse sentido em breve.

A nova norma veio por meio de duas resoluções do CNSP, para que fossem atendidos os fundos do tipo PGBL e VGBL Para os recursos depositados pelos próprios funcionários da empresa no plano, não foi alterada a carência, que é de 60 dias ou mais, variando conforme o estatuto de cada plano.

Para Eduardo Bom Angelo, presidente da Brasilprev, a nova norma vai diminuir o volume de resgates na previdência privada, reforçando o uso do instrumento apenas para aposentadoria. “Esses planos não são meio apropriado para esses pagamentos.”

Para o participante que se aposenta e tem o seu plano apenas com a finalidade da previdência, pouca coisa muda, diz Geraldo Magela Xavier Lopes, diretor comercial da Mercer Human Resource Consulting. “Se o participante adquirir uma renda mensal, a ordem dos resgates seguirá a ordem dos saques e nenhuma diferença será notada.” Mas será impossível, por exemplo, sacar imediatamente o total dos recursos acumulados pela empresa, para ter de ser respeitada a carência, diz ele.

GeralJanuary 28, 2006 5:40 pm

Fonte: Folha de S. Paulo

Começam no dia 6 de fevereiro as inscrições de um concurso que vai preencher 53 vagas dos quadros da Susep (Superintendência de Seguros Privados), autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda. São oferecidas sete vagas de analista técnico (salário de R$ 6.076,44), para candidatos com formação universitária em qualquer área, e 46 de agente executivo (salário de R$ 2.807,76) para candidatos com formação completa no ensino médio. Os empregos se distribuem pelos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. O processo seletivo é organizado pela Esaf (Escola de Administração Fazendária), ligada ao Ministério da Fazenda.

As inscrições poderão ser feitas até as 20h do dia 19 de fevereiro, apenas pela Internet, no site da Esaf. As taxas de inscrição são de R$ 70 (vagas de nível médio) e R$ 100 (vagas de nível superior). As provas serão realizadas nos dias 29 e 30 de abril, em todas as capitais brasileiras.

As informações foram fornecidas pela Esaf (Escola de Administração Fazendária). É recomendável confirmar datas e horários para se prevenir de alterações posteriores à publicação deste texto. Outros dados podem ser obtidos no site da instituição.

GeralDecember 15, 2005 9:38 am
Equipe motivada é equipe que vibra e vende cada vez mais. As ferramentas existentes para essa motivação estão cada vez mais atraentes. Quando se fala em motivação, equipe, cooperativismo, e outras palavras que servem para ativar o fogo da “motivação”, as equipes se sentem enaltecidas e acabam por produzir e vender mais. Um belo artifício usado para tal são os cartões de premiação que atualmente são um verdadeiro coringa para os vendedores e parceiros de vendas. Antigamente eles só serviam para os “premiados” efetuarem compras em estabelecimentos conveniados, fato que devido a necessidades financeiras de muitos acabavam por vender seus prêmios para fazer dinheiro, mas hoje além das compras o premiado também efetua saques nos principais bancos conveniados. Os cartões de premiação além de compras e saques, acabam por ter um apelo psicológico muito grande, visto que o vendedor de posse do cartão estará sempre cobrando do patrão as campanhas de premiação. Os custos são altamente favoráveis, e cabem no bolso de qualquer empresa. Para saber mais mguerreiro@expertiserio.com.br
AutomóveisDecember 7, 2005 12:15 pm

Fonte: O Globo

RIO - Os 41 milhões de brasileiros que têm carro, moto, ou caminhão vão pagar cerca de 43% mais caro pelo seguro obrigatório, DPVAT, a partir do ano que vem, pelo menos sete vezes a estimativa da inflação do ano, que não deve passar de 6%. O valor do seguro obrigatório para carros sobe para R$ 76. O DPVAT para motos vai custar R$137 e o de caminhões será R$ 81,70.

O DPVAT foi criado para indenizar as vítimas de acidentes nas ruas e estradas e é cobrado todo ano dos donos de veículo, junto com o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) que decidiu o aumento, justificou o reajuste pelo crescimento de ações na Justiça contra o valor das indenizações das vítimas de acidente. A Susep informou que as indenizações também serão aumentadas. Em caso de morte ou invalidez permanente, o beneficiado passa a receber R$ 13.479, 00. Antes, a indenização máxima era de R$ 10.300,00.

AutomóveisNovember 22, 2005 9:39 am

Fonte: Gazeta Mercantil

As regras básicas para que as seguradoras criem um seguro mais barato para carros com mais de oito anos de uso foram divulgadas na última sexta-feira pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), na circular 306. Hoje, de uma frota total de aproximadamente 30 milhões de veículos, apenas 9 milhões têm seguro. A expectativa é que se possa chegar a um universo de 18 milhões de carros segurados, com condições competitivas e preços acessíveis a todas as camadas da população. Segundo as regras, o seguro poderá ser feito através de apólice padrão simplificada, sendo que o custo da apólice está limitado a até R$ 20 e só poderá ser vendido na modalidade `valor determinado`. A Susep entende que os produtos disponíveis, com cobertura para perdas parciais, assistência 24 horas, acessórios, carros reservas, além de outras, tornam-se proibitivos para os proprietários com um certo tempo de uso. O que a autarquia buscou fazer foi estruturar um produto com características diferenciadas. `É importante ressaltar que o seguro popular de automóvel usado garantirá a seus proprietários os mesmos direitos previstos para o seguro tradicional de automóveis, pois segue basicamente as mesmas regras, diferenciando-se essencialmente por ser um produto simplificado que permitirá uma redução nos custos`, informou a Susep em comunicado.
Transportes de CargasNovember 17, 2005 12:42 am
NOTA OFICIAL

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União, em 23 de novembro de 2004, Resolução nº 794, que regulamenta a habilitação do Operador de Transporte Multimodal (OTM). A resolução é a etapa final para que o País passe a contar com esse que é um dos principais elos da cadeia do comércio globalizado. A lei ( Lei nº 9.611, de 19 de fevereiro de 1998) define que Transporte Multimodal de Carga é aquele regido por um único contrato, utiliza duas ou mais modalidades de transporte, desde a origem até o destino, e é executado sob a responsabilidade única de um Operador de Transporte Multimodal (OTM). As alterações no Decreto nº 3.411, de 12 de abril de 2000 (Decreto nº 5.276, de 19 de novembro de 2004) anunciadas ontem , durante o Encontro Nacional dos Exportadores (Enaex), afastaram o último entrave que existia para a consolidação do OTM – o seguro em relação às mercadorias sob sua custódia. “Agora o OTM é uma realidade”, disse o diretor-geral da ANTT, José Alexandre Resende.
O transporte multimodal assimila todo o progresso experimentado nas últimas décadas nas relações comerciais, principalmente aquele originado do avanço tecnológico. Na verdade, não existia entre nós um OTM e sim vários intermediadores de carga, que necessitavam de uma infinidade de documentos para executarem suas tarefas. Para ser ter uma idéia das dificuldades, o embarcador era obrigado a contratar isoladamente cada tipo de transporte utilizado. No caso de perda da carga, era obrigado a reconstituir todo o trajeto feito para estabelecer de quem era a responsabilidade pelo dano. Agora, irá tratar apenas com o OTM.
Se, por exemplo, uma montadora precisar exportar um lote de veículos acabados ou em sistema CKD de Minas Gerais para a Itália, o OTM se responsabilizará pela carga da origem ao destino, contratando os serviços de transporte rodoviário, ferroviário, marítimo e portuário. A operação se dará da forma mais econômica, com melhor utilização da capacidade disponível, utilização de combinações de modais mais eficientes, melhor utilização das tecnologias de informação e manuseio de cargas, ganhos de escala e negociações do transporte, melhor utilização da infra-estrutura para as atividades de apoio, tais como armazenagem e terminais, aproveitamento da experiência internacional tanto do transporte como dos procedimentos burocráticos e comerciais, e a redução de custos indiretos.
Como na maioria dos casos o transporte multimodal implica o uso de transporte terrestre, a Lei 10.233/01 dispõe que a ANTT ficará responsável pela habilitação dos OTMS, em articulação com as demais agências e entidades de transporte.
VidaNovember 8, 2005 11:08 pm

Fonte: O Globo (Patricia Eloy)

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) acaba de lançar a nova regulamentação para seguros de vida, que altera normas antigas para inadimplência, cobrança de taxas e invalidez. Um dos importantes avanços diz respeito a parcelas em atraso. Anteriormente, a falta de definição de regras fazia com que, em caso de não-pagamento do seguro, algumas empresas cobrassem dos investidores o período retroativo para aprovar a retomada da cobertura. Isso foi proibido pela Susep.

— A cobrança retroativa não era justa porque, durante o período de inadimplência, a cobertura do seguro de vida deixou de existir. O segurado estava por sua conta e risco. Hoje, está vetada essa cobrança em caso de atraso no pagamento e tudo tem de estar muito claro no contrato. A regra vale tanto para seguros individuais como coletivos — explica João Marcelo Máximo dos Santos, diretor da autarquia.

Invalidez é centro de disputas entre empresas e clientes

Outra mudança foi feita na definição de invalidez. Antes, esclarece Santos, só era considerado inválido quem era incapaz de exercer qualquer atividade econômica. Agora, as empresas devem definir claramente em contrato o que caracteriza invalidez para esta ou aquela profissão.

— Não pode ser mais uma noção genérica. Era um erro da norma antiga e que gerava enormes disputas entre clientes e seguradoras. Um motorista de ônibus que perde as pernas num acidente está inválido para o exercício da sua função, embora possa atuar, por exemplo, como cobrador. Ou seja, pela regra antiga, ninguém ficava inválido do ponto de vista das seguradoras: sempre havia uma atividade alternativa. E vamos fiscalizar mais de perto para que não seja cometido nenhum abuso — diz Santos.

Mas o ponto de maior controvérsia no mercado foi o referente às taxas cobradas nos seguros coletivos com participação dos funcionários — casos em que empresas e trabalhadores dividem os custos do seguro. Nessas apólices, as empresas cobravam uma taxa média dos participantes: todos pagavam o mesmo, tendo 15 anos ou 90 anos.

— O que ocorria, então, era que os mais novos acabavam financiando o seguro dos mais velhos. E um dia esse mecanismo se tornaria insustentável, com taxas cada vez mais altas com o envelhecimento dos participantes. Agora, devem existir pelo menos quatro faixas etárias, com cobranças diferenciadas. Isso vai moralizar e tornar mais transparente a cobrança — avalia o diretor.

Companhias ameaçam aumentar valor do seguro

O fim da cobrança pela taxa média desagradou ao mercado segurador. Houve casos de empresas que, para compensar as mudanças, ameaçaram aumentar o valor da cobrança dos segurados mais idosos.

Santos, da Susep, descarta essa hipótese:

— As empresas que fizessem isso perderiam clientes para outras. E não acredito que alguma vai querer correr este risco.

A nova regulamentação também especifica que, em caso de alteração de contrato coletivo, as empresas são obrigadas a enviar aos segurados comunicados sobre as mudanças.

Segundo o diretor da autarquia, o conjunto de alterações da nova regulamentação traz mais transparência e segurança para os investidores. No total, em cerca de 40 páginas, as circulares 302 e 303, que revogam 14 normas de até 25 anos atrás, atualizam as regras para seguros de vida à luz do novo Código Civil, que entrou em vigor há cerca de dois anos.

As novas regras já valem para contratos novos e, no caso dos antigos, as empresas têm até janeiro do ano que vem para fazer as adaptações. No entanto, o diretor da Susep adianta que o prazo pode ser ampliado se as seguradoras tiverem dificuldades para fazer as mudanças.

GeralNovember 6, 2005 11:44 am

Fonte: Seguros - DF

Comparadas com as seguradoras independentes (não ligadas a bancos), as companhias de seguros controladas pelas grandes instituições financeiras lucram mais e têm índices mais baixos de despesas sobre receitas. A constatação é do consultor Luiz Roberto Castiglione, da Castiglione Business, depois de analisar os balanços do primeiro semestre de 2005 das seguradoras, comparado ao mesmo período de 2004. Para Castiglione, o “avanço das seguradoras bancárias irá aumentar, principalmente, nas modalidades de seguros massificadas”.
AutomóveisOctober 29, 2005 4:01 am
O Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) tem como uma das principais atividades realizar estudos sobre os estragos causados por colisões e os custos de conserto dos modelos vendidos no mercado nacional. Para tanto são realizados testes de colisão (crash-teste) de baixa velocidade - 15 km/h, segundo a entidade a média dos acidentes ocorridos no trânsito urbano.

De acordo com comparativos realizados pelo Cesvi, os modelos mais novos têm seguros 40% mais baratos que veículos dos anos 90 - tudo graças à evolução nas carrocerias dos veículos. Com isso, os novos carros tiveram redução significativa nos custos de reparo, o que implica, por conseguinte, em redução nos preços dos seguros. Através de um ranking, o Car Group, o consumidor pode comparar modelos do mesmo segmento na hora da compra.

Para demonstrar essa redução, o Cesvi Brasil comparou modelos da mesma marca, de idades de produção diferentes. São projetos do início dos anos 1990 “contra” outros feitos a partir de 2000. O estudo apontou diferenças no número de peças substituídas, no custo das peças, de mão-de-obra e do valor total do reparo.

Um exemplo apresentado foi Fiat Brava SX 1.616V 4P 2003 (plataforma da década passada) versus um Fiat Stilo 1.8 16V 5P 2003 (plataforma recente). No teste de colisão para calcular o IRC - Índice de Reparabilidade Cesvi (leia texto abaixo) - dos veículos verificou-se que o Brava teria que substituir 25 peças enquanto o Stilo apenas 10 peças. O valor do custo de mão-de-obra mais o custo das peças foi 77% menor para o Stilo.

O mesmo comparativo foi realizado entre Ford Escort GLX 1.8i 16V 4P 2001 (plataforma da década de 1990) e Ford Focus 2.0 16V 5P 2003 (plataforma 2000). A diferença foi menor para o modelo mais moderno.

Como é calculado o IRC

O Cesvi utiliza a norma internacional RCAR para avaliar o comportamento de veículos em impactos de baixa velocidade. Segundo a norma, para o teste de colisão dianteiro, o veículo bate a uma velocidade de 15 km/h (velocidade média estimada nos grande centros urbanos na hora do rush) contra uma barreira indeformável de 32 toneladas, num ângulo de 40% da parte frontal esquerda - ou seja, a batida será concentrada na parte frontal esquerda do carro.

Na traseira, a colisão também é realizada 40% off-set e a 15 km/h, mas desta vez em uma barreira móvel de 1 tonelada. As fábricas recorrem a essa avaliação cerca de 4 a 6 meses antes do lançamento do produto no mercado. Já as seguradoras utilizam essa informação para cálculos de valores de seguro.

A partir de então, é estabelecido o Índice de Reparabilidade Cesvi (IRC), calculado através do tempo de reparo do veículo, peças substituídas e mão-de-obra, dividido pelos coeficientes de cada carro, como peso e tamanho, entre outros.

Medições externas e da estrutura do veículo são realizadas pré e pós-impacto (plataforma, direção, vão entre as portas, compartimento do motor e tampa traseira). Soma-se, ainda, as peças substituídas ou reparadas, custo e tempo total desse processo.

A partir dessas informações é elaborado o Car Group: um ranking que aponta para cada categoria de veículo os modelos que têm mais condições de proporcionar um reparo fácil e mais barato para as oficinas.

Depois, os resultados são apresentados para os fabricantes e são sugeridas alterações do projeto, quando necessárias. Também são apresentadas sugestões às seguradoras.

Os veículos atuais são construídos de forma que, numa eventual colisão, os danos sejam menores possíveis - exatamente por isso não se recomenda o uso de engates como forma de “prevenir” danos; o resultado pode ser muito pior do que o esperado. O Cesvi destaca entre os novos desenvolvimentos os absorvedores de impacto, elementos que minimizam o impacto para as partes estruturais do veículo, diminuindo os danos.

Estudos constantes

O Cesvi realiza diversas análises técnicas dentre os quais manutenção, custos e mão-de-obra para cada veículo e o grau de reparo nos veículos após acidentes. Atualmente, apenas fabricantes e seguradoras têm acesso ao Índice de Reparabilidade Cesvi, calculado através do tempo de reparo do veículo, peças substituídas e mão-de-obra, dividido pelos coeficientes de cada carro, como peso, tamanho, etc.

“Através dessas análises técnicas podemos avaliar os custos de reparação no caso de um acidente, avaliar as peças danificadas e o quanto a estrutura do veículo foi abalada. Com esses dados, os fabricantes podem solucionar problemas simples, mas que somente através de crash-tests podem ser identificados. O Cesvi também tem o papel de sugerir possíveis soluções que afetam o veículo em menor escala e a manutenção ficam mais simples e mais baratas”, explica Sérgio Ricardo, gerente técnico do Cesvi. As seguradoras utilizam esse índice para compor o valor do prêmio de cada modelo. “Quanto maior o IRC, maior o gasto de conserto e, conseqüentemente, mais caro o seguro”, explica Sérgio, que ainda enfatiza: “o IRC é apenas mais um dos fatores que as seguradoras utilizam para calcular o prêmio do seguro. Diversas outras variáveis são calculadas”.

AutomóveisOctober 12, 2005 9:29 pm

Fonte: AUTOSHOW

Você acha o preço do seguro do seu veículo caro? O site AutoShow foi conferir de perto como as seguradoras chegam ao valor do seguro. Uma das maneiras é através do índice de reparabilidade e danabilidade dos veículos, quanto maior o índice, mais caro é o seguro. Para calcular esse número mágico, as seguradoras contam com o auxílio do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária), o primeiro centro de pesquisa em reparação a América Latina. Pela primeira vez, o Cesvi abriu seus estudos para a imprensa e mostrou como este sério trabalho que favorece o consumidor é feito.
Apesar do índice de reparabilidade e danabilidade só ser divulgado para as montadoras e seguradoras, o consumidor é favorecido indiretamente. As montadoras utilizam os dados para aperfeiçoar seus equipamentos e tentar chegar na equação ideal de custo benefício para o consumidor no caso de estrago de peças. Já as seguradoras usam os dados como uma das ferramentas de cálculo do prêmio do seguro.
Os estudos de reparabilidade de danabilidade começam com as medições de cada modelo. Após devidamente estudado, o veículo vai para o crash test de reparabilidade. Segundo as normas da RCAR (Research Concil for Automobile Repair), o veículo deve colidir a 15 km/h (velocidade média das colisões que ocorrem em grandes cidades) a 45% off set na parte frontal esquerda em uma barreira indeformável de 32 toneladas. Já na traseira, o impacto é 40% off set em uma barreira móvel de 1 tonelada.
Após colidir, o veículo vai para a oficina modelo do Cesvi onde são vistoriados os seguintes itens: as peças que devem ser substituídas, o tempo e o custo envolvido nessas substituições, as peças que devem ser reparadas, o tempo e custo envolvido no reparo, o custo dos materiais e insumos de pintura utilizados. Com todos esses dados definidos, através de uma fórmula, chega-se no IR, índice de reparabilidade. Através desse índice, é possível traçar uma comparação entre concorrentes e veículos antecessores.
Apesar dos consumidores ainda não terem acesso a esse índice diretamente, eles são beneficiados indiretamente já que é no Cesvi que as montadoras tentam conseguir o melhor custo beneficio em manutenção e reparabilidade, item que sempre causa preocupação para o consumidor. Como esse índice também é uma das variáveis do preço do seguro, carro que tem maior índice de reparabilidade, conseqüentemente tem preço do seguro mais alto. O objetivo do Cesvi é divulgar esses números para o consumidor de uma forma simples. Como ocorre nos outros países, eles deverão desenvolver um ranking que demonstrará qual veiculo é mais ?caro de manutenção? e qual é mais barato. Uma informação que afeta a decisão de compra e portanto deve mexer na tabela de preços.
Ao analisar os estudos de reparabilidade feitos há sete anos pelo Cesvi é possível ver a evolução das carrocerias. Os modelos atuais, por exemplo, estão sendo construídos de forma que no caso de uma colisão, os danos sejam os menores possíveis. É possível conquistar isso através de equipamentos que foram desenvolvidos como os absorvedores de impacto (são feitos de isopor e ficam na parta interna do pára-choque, sua substituição é simples, barata e impede que outras peças sejam danificadas), crash boxes (peças que absorvem a energia do impacto para poupar as longarinas) , front end (é usado no lugar no painel dianteiro, não tem função estrutural e é fixado por parafusos, o que permite fácil troca).
Para se ter uma idéia do que isso significa na prática, basta comparar os testes de reparabilidade entre os modelos Brava e Stilo, ambos da mesma marca, da mesma categoria. No teste, o Brava teve que substituir 25 peças após o impacto enquanto o Stilo substituiu apenas 10. Além disso, para substituir as peças do Stilo, o consumidor gasta 80% menos do que o Brava e a mão de obra também é 63% mais barata. Claro que esses dados se referem apenas a reparabilidade e não se pode afirmar nada em termos de segurança já que é apenas uma demonstração da evolução de uma carroceria da década de 90 para uma carroceria do ano 2000.
O intuito do Cesvi é divulgar ainda este ano uma lista dos veículos com menor índice de reparabilidade. Com isto, haverá uma verdadeira mudança na postura do consumidor. Afinal de contas, todos querem comprar um veículo com baixo custo de manutenção. Ao ter esses dados na mão, o consumidor passa ser o árbitro da negociação forçando as montadoras a melhorarem as soluções de manutenção e baixando conseqüentemente o preço do seguro. Segundo os técnicos do Cesvi, atingir um índice de reparabilidade baixo pode significar em um abatimento de até 40% no preço do seguro.
Segurança 4:29 am
Muito cuidado na hora da compra de bloqueadores ou rastreadores para o seu veículo. A dica é sempre verificar nas principais seguradoras, quais que em média lhe darão bom desconto. Pesquise sempre a empresa de prestação de serviço, pois existem hoje no mercado muitas delas, e em alguns casos não qualificadas para operar. Pesquise no site http://www.cesvibrasil.com.br/index.asp e veja os equipamentos homologados.
Automóveis 4:15 am
Na maioria das vezes, o cliente na hora da renovação do seguro de automóveis, acaba por buscar sempre o que lhe dói menos no bolso. Essa diferença pode lhe custar caro, pois as vezes se deixa de pagar um percentual pequeno em relação ao custo do seguro e se perde muito em termos de cobertura, por exemplo, a possibilidade de não guardar o veículo em garagem o tempo integral e a inclusão de mias um motorista como condutor do veículo. Em caso de sinistro o cliente acaba sendo, na maioria das vezes, penalizado.